Category: Ressonância Magnética

Ressonância Magnética Funcional na Oncologia: Estado da Arte

Ressonância Magnética Funcional na Oncologia - Estado da Arte

Autores: Marcos Duarte Guimarães; Alice Schuch; Bruno Hochhegger; Jefferson Luiz Gross; Rubens Chojniak; Edson Marchiori.

O estudo convencional dos tumores por ressonância magnética avalia tanto características morfológicas e quantitativas, tais como tamanho, edema, necrose e presença de metástases, quanto características qualitativas, como grau de realce pós-contraste. Entretanto, as mudanças no metabolismo celular e na fisiologia tecidual que precedem as mudanças morfológicas não são detectadas com a técnica convencional. O desenvolvimento de novas técnicas de imagem por ressonância magnética possibilitou a avaliação funcional das estruturas, no intuito de obter informações sobre os diferentes processos fisiológicos do microambiente tumoral, como níveis de oxigenação, celularidade e vascularização. O detalhado estudo morfológico, aliado às novas técnicas de imagem funcional, permite que o paciente oncológico seja adequadamente avaliado, incluindo as etapas de diagnóstico, estadiamento, avaliação de resposta e seguimento, com impacto positivo na qualidade de vida e taxa de sobrevida.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

GUIMARÃES, Marcos Duarte; et. al. Ressonância Magnética Funcional na Oncologia: Estado da Arte. Radiologia Brasileira [online], São Paulo, v. 47, n. 2, p. 101-111, mar./ abr. 2014.
(Tamanho: 687 KB)

In English: Functional Magnetic Resonance Imaging in Oncology: State of the Art.

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Ressonância Magnética Cardíaca na Prática Clínica

Ressonância Magnética Cardíaca na Prática Clínica

Autores: Adriana Dias Barranhas; Alair Augusto S. M. D. dos Santos; Otavio R. Coelho-Filho; Edson Marchiori;
Carlos Eduardo Rochitte; Marcelo Souto Nacif.

Objetivo: Avaliar e descrever as indicações, os principais diagnósticos e os achados de imagem de ressonâncias magnéticas cardíacas realizadas na prática clínica.
Materiais e Métodos: Estudo descritivo e retrospectivo dos exames de ressonância magnética cardíaca realizados em um hospital e uma clínica particulares do município de Niterói, RJ, no período de maio de 2007 a abril de 2011.
Resultados: Um total de 1000 exames foi incluído, com pacientes apresentando média de idade de 53,7 ± 16,2 anos e predomínio no sexo masculino (57,2%). A maioria das indicações foi para pesquisa de isquemia miocárdica com estresse farmacológico (507/1000; 51%), que teve resultado positivo em 36,2% das avaliações. A pesquisa de miocardite (140/1000; 14%) foi a segunda indicação mais frequente, com resultados positivos em 63,4% dos casos. Estas duas principais indicações foram seguidas de avaliação de arritmias (116/1000; 12%), viabilidade miocárdica (69/1000; 7%) e cardiomiopatias diversas (47/1000, 5%). Em uma subanálise, foi possível identificar que a grande maioria dos exames foi realizada pela via ambulatorial (58,42%).
Conclusão: A ressonância magnética cardíaca está sendo realizada de rotina na prática clínica, tanto via ambulatorial ou pela via emergencial/intra-hospitalar, e a pesquisa de isquemia miocárdica foi a principal indicação, seguida de miocardite, displasia arritmogênica do ventrículo direito e viabilidade miocárdica.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

BARRANHAS, Adriana Dias; et. al. Ressonância Magnética Cardíaca na Prática Clínica. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 47, n. 1, p. 1-8, jan./ fev. 2014.
(Tamanho: 247 KB)

In English: Cardiac Magnetic Resonance Imaging in Clinical Practice.

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O Uso da Ressonância Magnética no Estadiamento do Câncer de Boca

O Uso da Ressonância Magnética no Estadiamento do Câncer de Boca

Autor: Rogério Ribeiro de Paiva.

O estadiamento do câncer de boca é fundamental na decisão do plano de tratamento e definição do prognóstico. Estudos que possam facilitar ou melhorar as informações deste estadiamento permitirão que os pacientes recebam tratamento adequado e consequentemente tenham uma melhor qualidade de vida. A ressonância magnética (RM) tem com principais vantagens o excelente detalhe para tecidos moles e o fato de não oferecer riscos biológicos para os pacientes. O objetivo desta pesquisa foi comparar o estadiamento (Classificação TNM) clínico e por RM, no câncer de boca, e verificar as concordâncias interobservadores entre radiologistas odontológicos e médicos, para as análises dos exames de RM. Foram clinicamente avaliados e submetidos a exame de RM dez (10) pacientes que procuraram o Centro de Câncer Bucal da divisão de Odontologia do Hospital Universitário de Brasília, com diagnóstico histologicamente comprovado de carcinoma espinocelular de boca, previamente ao tratamento. Os pacientes foram encaminhados ao médico cirurgião de cabeça e pescoço, para a definição do estádio TNM clínico e tratamento. A interpretação dos exames de RM foi realizada por quatro observadores, sendo dois cirurgiões-dentistas (observadores 1 e 2), mestres e especialistas em Radiologia Odontológica, com experiência em interpretação de imagens seccionais, e dois médicos radiologistas (observadores 3 e 4) , que determinaram um novo estadiamento, sem o conhecimento do estadiamento clínico estabelecido pelo cirurgião de cabeça e pescoço. Na avaliação do estadiamento clínico e por RM houve concordância significante (p < 0,05) na interpretação do radiologista odontológico (observador 2) para o estádio N e concordância significante na interpretação do radiologista médico (observador 4) para o T, N e grupamento por estádios. Na avaliação dos exames de RM houve concordância significante (p < 0,05) entre os quatro observadores para o estádio T e grupamento por estádios. Para o estádio N, não houve concordância significante entre os observadores 1 e 4 e entre os radiologistas médicos (3 e 4). Nas comparações entre os demais observadores a concordância foi significante. Os resultados indicam a importância do uso da RM no diagnóstico do câncer de boca, no entanto, fica evidente a necessidade eminente de pesquisas associadas a informações cirúrgicas e anatomopatológicas para a identificação das fontes de erro nos estadiamentos pré-tratamento. Iniciativas de formação conjunta e calibração entre radiologistas médicos e radiologistas odontológicos devem ser estimuladas para uma melhor abordagem multidisciplinar do câncer de boca.

Para baixar a tese completa acesse:

PAIVA, Rogério Ribeiro de. O Uso da Ressonância Magnética no Estadiamento do Câncer de Boca. Brasília, 2011. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
(Tamanho: 12,4 MB)

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