Princípios da Tomografia: Manual de Técnicas em Tomografia Computadorizada


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Autora: Clélia Michel Magalhães.

Resumo sobre os princípios da Tomografia Computadorizada, baseado no livro “Manual de Técnicas em Tomografia Computadorizada” de Edvaldo Severo dos Santos e Marcelo Souto Nacif.

Conteúdo:

  • Aspectos Físicos na Produção dos Raios X;
  • Propriedades dos Raios X;
  • Aparelhos de Raios X;
  • Catódio;
  • Anódio;
  • Cúpula ou Carcaça;
  • Feixe de Radiação;
  • Feixe útil de Radiação;
  • Fatores de Exposição Radiográfica;
  • Qualidade da Imagem Radiográfica;
  • Algumas Considerações;
  • Tipos de Tomógrafos;
  • Princípios de Formação de Imagens;
  • Unidades de Hounsfield;
  • Janela;
  • Resolução;
  • Tomografia Computadorizada Helicoidal (TCH);
  • Princípios Gerais e Técnicas;
  • Tomografia Multislice;
  • Artefatos;
  • Exame Tomográfico;
  • Funções e Ferramentas em Aparelhos de Tomografia Computadorizada (TC) ou Estação de Trabalho;
  • Uso de Meios de Contraste;
  • Alguns Protocolos Sugeridos;
  • Algumas Imagens do Mini atlas de Tomografia Computadorizada;
  • Tomografia Computadorizada: Dados Complementares;
  • Wilhelm Conrad Roentgen e a Produção de Raios X;
  • Características do Método;
  • Vantagens e Desvantagens;
  • Evolução;
  • Princípios Básicos na Formação de Imagem por TC;
  • Ampola de Raios X;
  • Escala de Radiodensidade;
  • Tomografia Computadorizada Axial/ Tomografia Helicoidal e Espiral;
  • Pich;
  • Restrições para Realização da CT;
  • Aparelho de Tomografia;
  • Ângulo de Varredura;
  • Procedimentos Especiais.

Clique aqui para visualizar o resumo completo

Fonte: RadioInMama

Da mesma fonte:

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2 Responses to Princípios da Tomografia: Manual de Técnicas em Tomografia Computadorizada

  1. cristiane silva de oliveira diz:

    alguém sabe me responder qual lei proibiu as tomografias de primeira e segunda geração?

    • Olá Cristiane. Realmente não há uma lei específica que proíba a utilização de tomografias de primeira e segunda geração. Porém existe o princípio ALARA (As Low As Reasonably Achievable/ Tão Baixo Quanto Razoavelmente Possível), estabelecido pela ICRP (International Commission on Radiological Protection), e seguido pelos países que ratificaram tal princípio, com o Brasil. Ele estabelece que uma determinada dose radiação ionizante deve ser tão baixa quanto possível, porém que resulte em um resultado satisfatório, que venha realmente a trazer um benefício ao paciente em detrimento aos seus riscos. No que diz respeito diretamente à sua pergunta, podemos concluir que, se temos aparelhos mais modernos que utilizam menos dose de radiação para produzir imagens com altíssima qualidade, por que utilizar aparelhos mais antigos que produzem imagens com qualidades inferiores? É por esse motivo que os próprios fabricantes, quando lançam novos aparelhos que necessitam de menos dose para gerar imagens melhores, param de produzir os modelos antigos, forçando o mercado a utilizar as tecnologias mais recentes e consequentemente reduzindo os riscos aos pacientes. Espero ter esclarecido sua dúvida. Qualquer coisa entre em contato novamente.

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