Densitometria Óssea de Dupla Absorção de Raio X (DXA) em Crianças Nascidas Pré-Termo Comparada com seus Pares a Termo nos Primeiros 6 Meses

Autoras: Virginia S. Quintal; Edna M. A. Diniz; Valeria de F. Caparbo; Rosa M. R. Pereira.

Objetivos: Avaliar longitudinalmente o conteúdo mineral ósseo (CMO), a densidade mineral óssea (DMO) e a massa magra do corpo inteiro obtidos através da densitometria óssea de dupla absorção de Raios X (DXA) em recém-nascidos pré-termo (RNPT) e comparar com seus pares a termo (RNT) desde o nascimento até 6 meses de idade pós-natal corrigida. Métodos: Foram estudados 28 recém-nascidos adequados para a idade gestacional: 14 recém-nascidos pré-termo e 14 recém-nascidos a termo. Utilizando-se a DXA, foram determinados CMO, DMO e massa magra em três momentos: 40 semanas de idade pós-concepcional corrigida, 3 e 6 meses de idade pós-natal corrigida. Os recém-nascidos pré-termo apresentavam ao nascimento uma idade gestacional igual ou inferior a 32 semanas e receberam leite da própria mãe ou leite humano de banco. Resultados: Todos os recém-nascidos apresentaram um aumento nos valores de CMO, DMO e massa magra durante o estudo. Os recém-nascidos pré-termo apresentaram menor CMO, DMO e massa magra, com 40 semanas de idade pós-concepcional corrigida, em relação aos recém-nascidos a termo (p < 0,001, p < 0,001, e p = 0,047, respectivamente). Entretanto, houve uma aceleração no processo de mineralização nos pré-termos, suficiente para atingirem os valores normais do recém-nascidos a termo aos 6 meses de idade corrigida. Conclusões: Este estudo sugere que a densitometria óssea de dupla absorção de Raios X constitui um bom método para a avaliação dos parâmetros de composição corporal no início e no seguimento destes recém-nascidos pré-termo.

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QUINTAL, Virginia S. et. al. Densitometria Óssea de Dupla Absorção de Raio X (DXA) em Crianças Nascidas Pré-Termo Comparada com seus Pares a Termo nos Primeiros 6 Meses. Jornal de Pediatria, Porto Alegre, v. 90, n. 6, p. 556-562, nov./ dez. 2014.

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Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD)

Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD)

Autores: Vinicius Martins Vilela; Laís Dutra de Freitas; Henrique Freitas Araújo; Mariana Carneiro Figueiredo; Cejana de Mello Campos; Parizza Ramos de Leu Sampaio; Osvaldo Sampaio Netto.

Objetivo: avaliar a utilização da calculadora de perda óssea disponibilizada pela International Society for Clinical Densitometry (ISCD)Métodos: Avaliar as densitometrias ósseas realizadas no período de fevereiro a maio de 2015 no Hospital das Forças Armadas pela clinica de Medicina NuclearResultados: Dentre os exames analisados obteve-se 56 pacientes com diagnóstico de osteopenia, 16 de osteoporose e 28 diagnósticos de massa óssea normal. Para pacientes com massa óssea normal a média de previsão de tempo no pior cenário (perda óssea rápida com taxa máxima – 2%) para atingir T-score de -2.5 foi de 11,07 anos (valor mínimo de 8 anos e máximo de 16,5 anos) e pacientes com osteopenia a média foi de 3,36 anos (valor mínimo de 0,5 anos e máximo de 7 anos). Conclusão: O intervalo de realização da densitometria deve ser individualizado, sendo que em um paciente com perda óssea rápida, a realização de densitometria deve ter um intervalo mínimo de seis meses a um ano enquanto que em um paciente com perda relacionada estritamente ao envelhecimento o intervalo mínimo deve ser de um a dois anos.

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VILELA, Vinicius Martins. et. al. Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD). Revista de Medicina e Saúde de Brasília, Brasília, v. 4, n. 3, p. 280-287, set./ dez. 2015.

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Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Autores: Rodrigo Rezende; Igor Machado Cardoso; Rayana Bomfim Leonel; Larissa Grobério Lopes Perim; Tarcísio Guimarães Silva Oliveira; Charbel Jacob Júnior; José Lucas Batista Júnior; Rafael Burgomeister Lourenço.

Objetivo: avaliar a densidade mineral óssea em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica. Métodos: estudo prospectivo, descritivo, em que se avaliaram, além da densitometria óssea, dados antropométricos. Como critério de inclusão, adotamos pacientes com paralisia cerebral tetraespástica, cadeirantes, entre 10 e 20 anos e com escoliose neuromuscular. Resultados: avaliamos 31 pacientes, 20 do sexo feminino, cuja média de idade foi de 14,2 anos. A média da circunferência bicipital, da panturrilha e do IMC foi de 19,4 cm, 18,6 cm e 16,9 Kg/m2, respectivamente. O desvio padrão médio encontrado na densitometria óssea foi de –3,2 (z‐score), o que caracteriza osteoporose. Conclusão: existe elevada incidência de osteoporose em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica.

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REZENDE, Rodrigo; et. al. Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 1, p. 68-71, jan./ fev. 2015.
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Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Autores: Gustavo Chab Pistelli; Vanessa Abreu Sanches MarquesLilian Cristina Vessoni IwakiMariliani Chicarelli da Silva; Neli Pieralissi; Elen de Souza Tolentino.

Considerada como a epidemia silenciosa do século pela Organização Mundial de Saúde, a osteoporose afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A perda de osso ocorre progressivamente e muitas vezes sem sintomas, até que uma fratura ocorra pela primeira vez. A densitometria é hoje o exame de referência para o diagnóstico da osteoporose. A osteoporose também pode apresentar manifestações na cavidade oral e, baseando-se nesses achados, alguns estudos têm procurado demonstrar que a radiografia panorâmica pode auxiliar no diagnóstico da osteoporose. Este trabalho tem como objetivo discutir a utilização da radiografia panorâmica no diagnóstico precoce da osteoporose por meio de revisão de literatura.

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PISTELLI, Gustavo Chab; et. al. Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, v. 26, n. 1, p. 71-80, jan./ abr. 2014.
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Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Autora: Diana Isabel Alves e Costa Oliveira.

Introdução: A relevância da osteoporose masculina tem aumentado com o envelhecimento populacional e é sublinhada pela maior mortalidade pós-fractura encontrada nos homens. Foram identificados factores de risco clínicos que podem causar osteoporose secundária. A densitometria óssea é o procedimento diagnóstico de escolha para osteoporose e existem recomendações para a sua utilização. Objectivo: Caracterizar os homens com idade superior a 19 anos que foram submetidos a uma avaliação por densitometria óssea no período de 1 de Janeiro de 2009 a 31 de Outubro de 2010 no Centro Hospitalar do Porto. Metodologia: Consulta da listagem de exames efectivados no Serviço de Medicina Nuclear e selecção dos homens que realizaram pelo menos uma densitometria óssea no período seleccionado. Colheita de dados referentes a esses homens a partir da aplicação informática Serviço de Apoio ao Médico. Análise estatística descritiva no programa SPSS Versão 13.0. Resultados: A amostra obtida era constituída por 351 homens; 16,8% tinham entre 20 e 34 anos, 29,9% entre 35 e 49 anos, 41,0% entre 50 e 69 anos e 12,3% tinham 70 anos ou mais. Os motivos para realização de densitometria mais frequentes foram transplante de órgão (23,6%), doença renal e hepática crónica (14,5%) e corticoterapia prolongada (14,2%). O intervalo aproximado entre as duas últimas densitometrias foi de menos de seis meses em 3,2% dos doentes, um ano em 42,4%, dois anos em 36,0%. Dos homens que realizaram densitometria por fazerem corticoterapia prolongada, 64,0% fizeram apenas uma avaliação. Conclusões: A maioria dos doentes sob corticoterapia prolongada que realizou uma densitometria não foi seguida com avaliações subsequentes, ao contrário do que é recomendado na literatura. A existência provável ou confirmada de fractura foi um motivo para avaliação densitométrica registado muito poucas vezes, o que reflecte atenção à prevenção da osteoporose masculina. Parece existir um excesso de requisição de densitometrias.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

OLIVEIRA, Diana Isabel Alves e Costa. Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto. Porto, 2011.Dissertação (Mestrado Integrado em Medicina) – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, 2011.
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Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Autores: Ana Carolina Veiga Silva; Maria Inês da Rosa; Bruna Fernandes; Suéli Lumertz Souza; Rafaela Maria Diniz; Maria Eduarda Fernandes dos Reis Damiani.

O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de osteopenia e osteoporose em uma população de mulheres que fizeram exames de densitometria em uma clínica especializada no sul do Brasil. Nós conduzimos um estudo transversal, incluindo 1.871 mulheres que se submeteram à densitometria óssea entre janeiro e dezembro de 2012. Foi feita uma análise de regressão logística com todas as variáveis independentes e os desfechos (osteopenia, osteoporose e risco de fraturas). A densitometria óssea foi diagnosticada como normal em 36,5% das mulheres, 49,8% com osteopenia e 13,7% com osteoporose. Estar na menopausa e ter mais de 50 anos foram fatores de risco para osteopenia e osteoporose, enquanto ter feito histerectomia e apresentar índice de massa corporal (IMC) maior do que 25 foram fatores de proteção. Para o desfecho fratura em qualquer sítio, os fatores associados foram idade acima de 50 anos e osteopenia ou osteoporose, (OR = 2,09, intervalo de confiança [IC]: 1,28‐3, 95%, 40) e (OR = 2,49, 95% CI: 1,65‐3, 74), respectivamente.

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SILVA, Ana Carolina Veiga; et. al. Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea. Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, 2014.
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In English: Factors Associated with Osteopenia and Osteoporosis in Women Undergoing Bone Mineral Density Test.

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Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Autoras: Ozielvia de Azevedo Pinheiro; Raquel Miguel Rodrigues.

A osteoporose é reconhecida como enfermidade limitante da qualidade de vida seus efeitos podem ser devastadores na saúde física e psicossocial, com grandes prejuízos financeiros. Apesar da existência de vários estudos sobre a prevalência da osteoporose, existem variações das taxas de ocorrência devido às diferenças características de cada população estudada, bem como, às características metodológicas. Identificar as características demográficas, especialmente idade e origem étnica a partir dos resultados dos exames de Densitometria Óssea. Trata-se de um estudo observacional com corte transversal, retrospectivo, através de análise documental com revisão dos prontuários com os resultados dos exames de Densitometria Óssea referente ao período de Julho de 2006 à Dezembro de 2007 dos pacientes do gênero feminino com a faixa etária entre 50 a 90 anos ou mais onde preconizou a raça e a faixa etária para os fatores associados à fratura de fêmur. Após a análise de 926 prontuários, pode-se observar a ocorrência de 15% de osteoporose, 46% de osteopenia e 39% normal. Na faixa etária de 70-80 anos da raça branca, centrou-se a maioria dos casos de osteoporose. As características demográficas encontradas corroboram com os achados da literatura recente. A maioria da população na faixa etária mais jovem selecionada está sujeita a uma perda de massa óssea inicial que é a osteopenia, isso nos serve como uma sinalização para uma proposta de prevenção mais direcionada a fatores determinantes da doença como hábito de vida, isso contribuiria para prevenir a perda de massa óssea precoce.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

PINHEIRO, Ozielvia de Azevedo; RODRIGUES, Raquel Miguel. Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea. Perspectivas Online, Campos dos Goytacazes, v. 4, n. 13, p. 194-203, 2010.
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