Avaliação dos Níveis de Pressão Sonora Emitidos pelo Aparelho de Ressonância Magnética

Avaliação dos Níveis de Pressão Sonora Emitidos pelo Aparelho de Ressonância Magnética

Autores: Eduardo Murad Villoria; Luciano Andrei FrancioLiliane Ribeiro Rocha; Dâmares Costa; Laíze Rosa Pires; Paulo Isaias Seraidarian; Flávio Ricardo Manzi.

Objetivo: mensurar o nível de pressão sonora emitido pelo aparelho de ressonância magnética em funcionamento e verificar as sensações auditivas descritas pelos indivíduos submetidos a este exame após a realização do mesmo.

Métodos: foi realizada a mensuração do ruído produzido, durante a aquisição das imagens, por meio de um medidor de nível de pressão sonora (decibelímetro) e a aplicação de um questionário com a finalidade de verificar as sensações auditivas apresentadas por estes indivíduos após a realização do exame. Tal procedimento foi aplicado a 60 indivíduos submetidos ao exame de ressonância magnética do crânio.

Resultados: o nível de pressão sonora média apresentada durante a realização do exame foi inferior ao nível de intensidade considerado como risco para lesões auditivas. No entanto, sensações como zumbido, ansiedade, plenitude auricular e alívio após o término do exame foram citados pelos indivíduos após a execução do mesmo.

Conclusão: é pertinente o uso de protetores auriculares como medida preventiva para o controle do nível de ruído que atinge a cóclea do indivíduo, minimizando desta forma os efeitos físicos e psicossociais decorrentes da exposição ao ruído.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

VILLORIA, Eduardo Murad. et. al. Avaliação dos Níveis de Pressão Sonora Emitidos pelo Aparelho de Ressonância Magnética. Revista CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 1, p. 27-32, jan./ fev. 2016.

In English: Study About the Consequences of Different Sound Pressure Levels Emitted by Magnetic Resonance Imaging Equipment.

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Apostila Educativa CNEN: Radiações Ionizantes e a Vida

Apostila Educativa CNEN - Radiações Ionizantes e a VidaAutor: Yannick Nouailhetas.

As radiações ionizantes existem no Planeta Terra desde a sua origem, sendo portanto um fenômeno natural. No início, as taxas de exposição a estas radiações eram certamente incompatíveis com a vida. Com o passar do tempo, os átomos radioativos, instáveis, foram evoluindo para configurações cada vez mais estáveis, através da liberação do excesso de energia armazenada nos seus núcleos. Pelas suas propriedades esta energia é capaz de interagir com a matéria, arrancando elétrons de seus átomos (ionização) e modificando as moléculas. Considerando a evolução dos seres vivos, a modificação de moléculas levou a um aumento de sua diversidade, e provavelmente ao surgimento de novas estruturas que, devidamente associadas, ganharam características de ser vivo. As radiações ionizantes continuaram a trabalhar este material ao longo das eras, produzindo modificações que contribuíram para o surgimento da diversidade de seres vivos que povoaram e povoam a Terra. No final do século XIX, com a utilização das radiações ionizantes em benefício do homem, logo seus efeitos na saúde humana tornaram-se evidentes. Ao longo da história, estes efeitos foram identificados e descritos, principalmente, a partir de situações nas quais o homem encontrava-se exposto de forma aguda (acidentes e uso médico). Efeitos que porventura pudessem decorrer de exposições às radiações em condições naturais foram pouco estudados e pouco entendidos. Recentemente um esforço no sentido de melhor se entender o papel destas radiações junto à vida tem sido desenvolvido e a expectativa é que possam ser emitidos novos conceitos a respeito dos efeitos biológicos das radiações ionizantes.

Para visualizar e baixar a apostila completa acesse:

NOUAILHETAS, Yannick. Apostila Educativa CNEN: Radiações Ionizantes e a Vida. Rio de Janeiro: Comissão Nacional de Energia Nuclear, 2011. 42 p.

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Análise Comparativa dos Fatores de Exposição em Exames Radiográficos de Rotina

Análise Comparativa dos Fatores de Exposição em Exames Radiográficos de RotinaAutor: André Luiz Silva de Jesus.

Esta pesquisa tem o objetivo de comparar os valores de exposição radiográficos de quilovoltagem e miliamperagem por segundo aplicados com os encontrados na literatura e através disso determinar quais variáveis influenciam direta e indiretamente nos resultados obtidos. A metodologia consistiu no preenchimento de um questionário primário com 66 exames distintos de 33 regiões anatômicas por 13 técnicos em radiologia em 3 Centros de Diagnóstico por Imagem da Baixada Santista, estado de São Paulo. Também foram preenchidos 3 questionários complementares baseados na legislação em vigor afim de constatar sua aplicação e as condições técnicas dos locais pesquisados. Os resultados demonstram uma incoerência na aplicação dos fatores de exposição, representado por um alto índice de exames em que os fatores de exposição encontram-se abaixo ou acima do que é recomendado pela literatura. É possível concluir que diversos problemas influenciam a má aplicação dos fatores de exposição, entre eles falhas no sistema ensino-aprendizagem sobre Física Radiológica, o descumprimento da legislação em vigor e desrespeito aos princípios de Radioproteção, resultando na anulação do benefício que a radiação ionizante poderia trazer aos pacientes através do diagnóstico por imagem.

Para visualizar e baixar a monografia completa acesse:

JESUS, André Luiz Silva de. Análise Comparativa dos Fatores de Exposição em Exames Radiográficos de Rotina. 2014. 100 f. Monografia (Graduação de Tecnologia em Radiologia) – Centro Universitário Lusíada,  Santos, 2014.

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Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada

Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada

Autores: Marcos Eugênio Silva Abrantes; Warley Ferreira Felix; Giovanni Antônio Paiva de Oliveira; Arno Heeren de Oliveira; Leonardo Galeazzi Stoppa; Omir Antunes Paiva.

Este trabalho tem finalidade de produzir informações para implantação da qualidade de imagens em um setor de radiologia baseado em avaliações prévias das imagens por questionários, de aceitação e qualidade, como etapa de reconhecimento dos parâmetros empregados nas técnicas radiográficas. Após esta investigação os dados levantados foram divididos por grupo masculino, feminino, espessura PA e PF, índice de massa corporal, tipos de biótipos, parâmetros antropofórmicos, avaliação corporal associados às constantes na tensão e filtração adicional. Os resultados apresentam a predominância da constante 35 e 40 com filtração adicional de 0,5 a 1,5 mmAl, tensão para o gênero masculino (PA e PF) de 86 a 92 kV e 96 a 112 kV, tensão para o gênero feminino de 85 a 98 kV e 96 a 112 kV, respectivamente. A carga aplicada ao tubo para o gênero masculino (PA e PF) está entre 5 a 10 mAs e 5 a 16 mAs e para o gênero feminino (PA e PF) está entre 6,3 a 8 mAs e 9 a 14 mAs.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

ABRANTES Marcos Eugênio Silva Abrantes. et. al. Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada. Brazilian Journal of Radiation Sciences, Recife, v. 3, n. 2, p. 1-12, 2015.

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Dosimetria e Análise de Incertezas em Braquiterapia Ginecológica

Dosimetria e Análise de Incertezas em Braquiterapia Ginecológica

Autora: Márcia Sofia Alves Coelho.

A braquiterapia intracavitária permite administrar uma dose elevada no volume tumoral e minimizar a dose nos órgãos e tecidos circundantes. Contudo, as incertezas no posicionamento da fonte assim como a descrição simplificada das estruturas anatómicas e do aplicador conduzem a incertezas no cálculo de dose recebida pelo tumor e órgãos e tecidos circundantes. Este estudo envolvendo simulações por métodos Monte Carlo com a utilização de fantomas de voxel, e medições efectuadas utilizando câmaras de ionização e fantomas padrão utilizados em braquiterapia, tem como objectivo i) avaliar a exactidão do cálculo de dose obtido pelo sistema de planeamento (“Treatment Planning System, TPS”), ii) identificar as principais fontes e factores de incerteza no cálculo dosimétrico efectuado e iii) efectuar uma análise da correspondente contribuição para a incerteza total no cálculo de dose. Para tal, comparou-se o cálculo de dose obtido pelo TPS para 5 pontos situados a 2 cm para lá do centro da fonte com os correspondentes resultados obtidos utilizando o programa de simulação por métodos de Monte Carlo PENELOPE, representativo do estado da arte computacional em simulações utilizando métodos de Monte Carlo, sem e com aplicador vaginal. Averiguou-se também a influência da variação da posição da fonte de 1 mm nas direcções anterior-posterior, direita-esquerda e crânio-caudal na dose média recebida pelo recto e bexiga através de um fantoma de voxel pélvico. Para os pontos localizados a 2 cm para lá do centro da fonte, o desvio relativo entre a dose calculada pelo PENELOPE para a geometria sem aplicador e o TPS foi inferior a 3%. Para a geometria com aplicador o desvio relativo foi inferior a 11%. Neste estudo a variação da posição da fonte no sentido anterior-posterior contribuiu para um desvio relativo de +6.6% na dose média recebida pela bexiga, enquanto que para o recto a maior diferença encontrada foi no sentido crânio-caudal com um desvio relativo de +6.6%. Quando o aplicador é implementado no programa PENELOPE, observa-se uma redução da dose em média de 9.4% a nível dos pontos de relevância clinica em relação ao TPS. O fantoma de voxel pélvico utilizado permitiu estudar variações na posição da fonte e a sua influência na dose recebida pelos órgãos de risco. Neste trabalho, variações na posição da fonte de 1 mm contribuíram para um aumento de 6.6% na dose recebida pela bexiga e pelo recto. Assim, incertezas no cálculo de dose e na administração do tratamento podem comprometer o sucesso da terapêutica.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

COELHO, Márcia Sofia Alves. Dosimetria e Análise de Incertezas em Braquiterapia Ginecológica. 2013. 113 f. Dissertação (Mestrado em Radiações Aplicadas às Tecnologias da Saúde) – Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa, Lisboa, 2013.

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Avaliação do Potencial de Otimização de Protocolos em Tomografia Computadorizada

Avaliação do Potencial de Otimização de Protocolos em Tomografia Computadorizada

Autores: Mecca F. A.; Dias S. A.; Pinto, V. N. C.

Para visualizar a apresentação completa acesse:

MECCA F. A.; DIAS S. A.; PINTO, V. N. C.. Avaliação do Potencial de Otimização de Protocolos em Tomografia Computadorizada. In: JORNADA PAULISTA DE RADIOLOGIA. 38. 2008., São Paulo: Sociedade Paulista de Radiologia. 11 slides: color.

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Avaliação do Desempenho dos Equipamentos de Raios X Convencional da Cidade de Santa Maria

Avaliação do Desempenho dos Equipamentos de Raios X Convencional da Cidade de Santa Maria

Autores: Marchionatti, W.; Fischer, M.; Vendrúsculo B.; Bevilacqua, L. Botelho, M. Z.

Para visualizar a apresentação completa acesse:

MARCHIONATTI, W. et. al. Avaliação do Desempenho dos Equipamentos de Raios X Convencional da Cidade de Santa Maria. In: JORNADA PAULISTA DE RADIOLOGIA. 38. 2008., São Paulo: Sociedade Paulista de Radiologia. 16 slides: color.

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