Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos: Padronização da Técnica e Descrição Anatômica

Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos - Padronização da Técnica e Descrição Anatômica

Autores: Thassila Caccia Feragi Cintra; Cibele Figueira Carvalho; Anelise Carvalho Nepomuceno; Júlio Carlos Canola.

O interesse pelo estudo do sistema nervoso central vem crescendo na Medicina Veterinária. A ultrassonografia transcraniana (USTC) tem a vantagem de ser não invasiva e de baixo custo comparada à tomografia computadorizada (TC) e à ressonância magnética (RM). O osso temporal tem sido utilizado como janela acústica na realização da ultrassonografia transcraniana em seres humanos. Este trabalho teve como objetivo correlacionar imagens ultrassonográficas transcranianas obtidas através das janelas temporal e occipital com a
anatomia encefálica em cães adultos hígidos, identificando nas imagens as estruturas encefálicas e padronizando a técnica de exame. Foram utilizados 37 cães adultos, sem raça definida: 30 animais in vivo, para realização da varredura ultrassonográfica transcraniana e sete cadáveres para a secção do encéfalo, a similitude dos planos ultrassonográficos transcraniano. As imagens ultrassonográficas foram correlacionadas com os cortes anatômicos para identificação e quantificação das estruturas encefálicas passíveis de visibilização por meio do exame ultrassonográfico. Os dados foram analisados utilizando o teste não paramétrico de Wilcoxon comparando com um valor hipotético. Os resultados obtidos indicaram que a ultrassonografia transcraniana é um método diagnóstico viável pra avaliação do encéfalo de cães com peso corporal até 10kg, por meio de planos dorsal e dorsais oblíquos, sem a necessidade de anestesiar o paciente.

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CINTRA, Thassila Caccia Fegari. et al. Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos: Padronização da Técnica e Descrição Anatômica. Veterinária e Zootecnia, Botucatu,  v. 19, n. 1, s. 1, p. 47-50, 2012.

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Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos

Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos

Autores: Roberta Valeriano dos Santos; Vânia Maria de Vasconcelos Machado; Felipe Carvalho Evangelista; Roberto Calderon Gonçalves; Luiz Carlos Vulcano.

O sistema respiratório de grandes animais é um sistema complexo e desafiador que motiva diversos estudos na medicina veterinária. Dentre os exames complementares para avaliação do sistema respiratório, as técnicas de imagem fornecem informações importantes para condução do diagnóstico e prognóstico dos animais. Os principais métodos utilizados na rotina são a radiografia, a ultrassonografia convencional e a endoscopia. A tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a cintilografia também podem ser utilizadas, porém com restrições quanto a relação custo/benefício, tamanho dos animais e complexidade do exame. É importante que novos estudos sejam realizados para que os exames que envolvem alta tecnologia sejam adaptados para a rotina e forneçam informações seguras que justifiquem o custo/benefício da técnica. O objetivo deste trabalho é revisar a aplicação dos diversos métodos de diagnóstico por imagem na avaliação do sistema respiratório e as contribuições para maior entendimento da dinâmica respiratória de equinos.

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SANTOS, Roberta Valeriano dos; et. al. Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos. Veterinária e Zootecnia, Botucatu, v. 19, n. 1, p. 23-32, mar. 2012.

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Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC)

Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC)

Autora: Paula Abi Rached.

Introdução: A dacriocistografia convencional (DCG) é a técnica de imagem mais utilizada para a avaliação do sistema lacrimal excretor. Recentemente, DCG por ressonância magnética (DCG-RM) e por tomografia computadorizada (DCG-TC) têm sido empregadas em pacientes humanos. No entanto, em cães, os relatos de investigações sobre estas técnicas são escassos. Os objetivos, com este estudo, foram: o desenvolvimento de protocolos de RM e TC; a comparação destas técnicas para avaliação do sistema lacrimal excretor; a avaliação biométrica do ducto nasolacrimal e a apresentação da utilidade de ferramentas de reconstrução tridimensional para a visibilização do sistema lacrimal excretor em cães. Material e Métodos: DCG-RM e DCG-CT foram realizadas bilateralmente em 32 cadáveres de cães. Após canulado, o canalículo superior foi preenchido com meio de contraste (contraste iodado puro e gadolínio 1:200, para CT e RM respectivamente). Imagens transversais e tridimensionais de TC foram obtidas utilizando-se cortes de 0,8 mm e 2 mm de espessura. O protocolo de RM incluiu as sequências T1W/ 3D/ FFE, T1W/ TSE e PDW/ TSE. Em ambas as técnicas, foram testadas as orientações perpendicular e oblíqua dos cortes. Os diâmetros transversais e longitudinais e o comprimento dos ductos nasolacrimais de 23 cães foram mensurados bilateralmente. Resultados: no exame de DCG-TC, todos os
componentes foram visibilizados de modo satisfatório na grande maioria dos animais. O exame de DCG-RM apresentou tempo de varredura mais longo, obtendo-se melhores resultados com a sequência T1W/ 3D/ FFE. As médias dos diâmetros transversais para os grupos de peso corporal 1, 2 e 3 nas três regiões avaliadas variaram entre 1,07 mm e 1,09 mm. As médias dos diâmetros longitudinais para as classes 1, 2 e 3 nas três regiões avaliadas variaram entre 1,34 mm e 3,31 mm. As médias dos comprimentos do ducto nasolacrimal nos grupos 1, 2 e 3 de cães foram respectivamente: 70 mm, 93,55 mm e 108,2 mm. Conclusões: A TC é a técnica mais indicada para avaliação do SLE em cães. A sequência T1W 3D FFE permitiu a obtenção de melhores resultados comparativamente às sequências de RM. Técnicas reconstrução tridimensional mostraram-se úteis para entendimento das relações anatômicas craniais e quanto à análise biométrica. Observou-se correlação entre os diâmetros e os comprimentos com as classes de peso corporal.

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RACHED, Paula Abi. Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC). Jaboticabal, 2009. Tese (Doutorado em Cirurgia Veterinária – Radiologia), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, 2009.

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Avaliação Radiográfica das Alterações Morfológicas no Segmento Torácico da Coluna Vertebral em Cães da Raça Buldogue Francês

Avaliação Radiográfica das Alterações Morfológicas no Segmento Torácico da Coluna Vertebral em Cães da Raça Buldogue FrancêsAutora: Lyvia Cabral Ribeiro Carvalho.

A má-formação vertebral é comum em cães braquicefálicos de cauda torcida, como os buldogues franceses. Que provoca desvio do eixo da coluna vertebral. A maioria dos portadores é assintomática e os sinais clínicos, quando manifestados, são referentes à compressão medular (hérnia discal). O diagnóstico desta má-formação é realizado por exame radiográfico de segmento torácico de coluna vertebral em incidências lateral e ventro-dorsal ou dorso-ventral. Para o presente estudo foram avaliados 24 exames radiográficos de cães da raça Buldogue Francês independentemente de idade e sexo, atendidos no HUVET-UFF no período de agosto de 2009 até outubro de 2010. Foram observados 3 tipos de má formação diferentes quanto a morfologia da vértebra, sendo hemivértebra observada em 47 vértebras, correspondendo a 55,95%. A má-formação em coluna vertebral foi observada em 91,67% dos animais, correspondendo a 22 animais portadores, o número de má formações em cada animal variou de 0 a 9 e a vértebra com maior ocorrência de má-formação foi a T8. Foram observados 12 animais portadores de desvio do eixo vertebral dentro do universo de 22 portadores de má-formação representando 54,55% de ocorrência de desvio. Com relação ao tipo de desvio foram observados 58,3% de ocorrência de cifose. Observou-se correlação entre localização do defeito e desvio de eixo, sendo os defeitos ventrais responsáveis pela cifose, os laterais pela escoliose, os dorsais pela lordose e os latero-ventrais pela  cifoescoliose. Foi proposta no presente trabalho uma classificação para os defeitos de segmentação vertebral utilizando uma combinação de letras para estabelecer a classe, tendo a DSV-M-R-H/B uma ocorrência de 40,91%. Não foi observada diferença significativa entre sexo. Os defeitos de segmentação vertebral são muito frequentes em Buldogues Franceses, entretanto a maioria dos portadores é assintomática. A má-formação mais comum é a hemivértebra e a vértebra mais acometida pelo defeito é a T8.

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CARVALHO, Lyvia Cabral Ribeiro. Avaliação Radiográfica das Alterações Morfológicas no Segmento Torácico da Coluna Vertebral em Cães da Raça Buldogue Francês. Niterói, 2011. Dissertação (Mestrado em Clínica e Reprodução Animal) – Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2011.

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Aspectos da Morfologia Radiográfica do Esqueleto, Tórax e Abdome do Quati

Aspectos da Morfologia Radiográfica do Esqueleto, Tórax e Abdome do Quati

Autores: Gisele S. Martins; Erika R. Lopes; Isis I.G. Taques; Cristiane Y. Correia; Yara S. Meireles; Nívea C.M.R. Turbino; Luciana D. Guimarães; Pedro Brandini Néspoli.

Treze quatis (Nasua nasua) oriundos do Parque Zoológico da Universidade Federal do Mato Grosso foram contidos quimicamente e submetidos a diversos procedimentos radiográficos. Foram realizadas radiografias dos
membros torácicos, membros pélvicos, tórax, abdome, pescoço e crânio. As imagens obtidas foram comparadas com peça anatômica e com imagens radiográficas de caninos. Foram realizadas descrições da morfologia radiográfica de vísceras e de estruturas esqueléticas e disponibilizadas imagens das principais projeções radiográficas da espécie.
As principais diferenças entre a morfologia radiográfica dos membros de quatis e de caninos ficaram limitadas às
mãos e aos pés. Os quatis apresentaram 5 dígitos bem desenvolvidos com os metacarpos e os metatarsos levemente mais curtos do que os dígitos correspondentes. Essa espécie apresentou 7 vértebras cervicais, 15 torácicas, 5 vértebras lombares e 3 sacrais (fusionadas). Os seios frontais mostraram-se mais amplos, com extensão cranial entre o osso maxilar e o nasal, e numerosos septos bem evidentes. A dentição observada foi I 3/3, C1/1, P4/4, M2/2 = 40 e as principais vísceras torácicas e abdominais apresentaram aspectos anatômico e radiográfico similares às descritas para caninos.

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MARTINS, Gisele S. et. al. Aspectos da Morfologia Radiográfica do Esqueleto, Tórax e Abdome do Quati. Pesquisa Veterinária Brasileira, [S.l], v. 33, n. 9, p. 1137-1143, set. 2013.

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Radioterapia em Medicina Veterinária: Princípios e Perspectivas

Radioterapia em Medicina Veterinária - Princípios e PerspectivasAutores: Marco A. R. Fernandes; Alexandre L. Andrade; Maria C. R. Luvizoto; Juliana R. Pierô; Luciana D. R. P. Ciarlini.

Este trabalho apresenta um breve histórico do uso de radiações ionizantes em Medicina Veterinária, ilustrando os princípios físicos e técnicas envolvidas na realização dos procedimentos de radioterapia em animais, ilustrando alguns casos tratados, realçando as dificuldades e apontando as perspectivas e importância da atuação do físico-médico nessa modalidade terapêutica ainda pouco utilizada no cenário nacional.

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FERNANDES, Marco A. R. et. al. Radioterapia em Medicina Veterinária: Princípios e Perspectivas. Revista Brasileira de Física Médica, Natal, v. 4, n. 2, p. 11-14, jun. 2010.

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Avaliação radiográfica de cães com displasia coxofemoral tratados pela sinfisiodese púbica

Avaliação radiográfica de cães com displasia coxofemoral tratados pela sinfisiodese púbica

Autores: L. A. Santana ; S. C. Rahal ; C. A. Estanislau ; S. E. R. S Lorena ; V. M. V. Machado ; D. P. Doiche ; O. C. M. Pereira-Junior.

Avaliou-se a progressão dos sinais radiográficos de cães com displasia coxofemoral ou potencialmente displásicos tratados pela técnica da sinfisiodese púbica. Foram utilizados 14 cães, seis machos e oito fêmeas, com idades entre quatro e seis meses. Após exame físico, procedeu-se ao exame radiográfico para avaliação da articulação coxofemoral, segundo padrão estabelecido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária. Três deles foram também avaliados pelo método PennHIP. Pelo histórico clínico, nove (64%) animais foram trazidos por manifestarem sinais de dificuldade locomotora com os membros pélvicos, manifestada especialmente por claudicação unilateral ou bilateral e dificuldade de se levantar. Cinco (36%) cães não tinham qualquer sinal clínico, e em quatro (29%) realizou-se o exame radiográfico como prevenção. O sinal físico mais evidente foi dor à palpação da articulação coxofemoral, e dois (14%) cães apresentaram sinal de Ortolani positivo. Com exceção de um cão que apresentou infecção nos pontos cutâneos, todos os demais evoluíram sem complicações no período pós-operatório. Radiograficamente houve progressão das lesões articulares em seis (43%) animais e oito (57%) mantiveram a classificação inicial. Concluiu-se que cães tratados pela sinfisiodese púbica não apresentam melhora dos sinais radiográficos iniciais.

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SANTANA, L. A.; et. al. Avaliação radiográfica de cães com displasia coxofemoral tratados pela sinfisiodese púbica. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 62, n. 5, p. 1102-1108, out. 2010.

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Radiologia e Ultrassonografia do Cão e do Gato 5ª Edição

Radiologia e Ultrassonografia do Cão e do Gato 5ª EdiçãoAutores: J. Kevin Kealy; Hester McAllister; Jonh P. Graham.

Escrito pelos especialistas veterinários J. Kevin Kealy, Hester McAllister e John P. Graham, esta obra traz os princípios da radiologia e da ultrassonografia diagnósticas, incluindo instruções claras e completas sobre a interpretação dos exames de imagem. Mostra a anatomia normal dos sistemas orgânicos, e, em seguida, descreve os sinais radiográficos de alterações sistêmicas. O livro também traz descrições de achados ultrassonográficos em muitas doenças que acometem cães e gatos. Atualizado com as mais recentes técnicas digitais, tomografia computadorizada, ressonância magnética e medicina nuclear, e analisando como evitar erros comuns de interpretação, este livro é o que você precisa para aprimorar suas habilidades de planejamento diagnóstico e terapêutico.

Para visualizar e baixar uma amostra do livro acesse:

KEALY, J. Kevin; MACALLISTER, Hester; GRAHAM, Jonh P. Radiologia e Ultrassonografia do Cão e do Gato. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

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Alterações radiográficas e ecográficas de osteoartrite na articulação metacarpofalangica em cavalos de desporto

Alterações radiográficas e ecográficas de osteoartrite na articulação metacarpofalangica em cavalos de desportoAutora: Daniela Cristina Magalhães Teixeira.

A Osteoartrite (OA) é a principal causa de claudicação em cavalos de desporto e de lazer, tendo  grandes repercussões económicas para os proprietários.
Este trabalho tem como objectivo descrever a anatomia e fisiologia articular e as estruturas  envolvidas no processo da OA e, ainda, todos os mecanismos fisiopatológicos envolvidos no processo de degeneração articular.
Pretende-se fazer uma descrição dos meios de diagnóstico utilizados na OA, sendo os mais utilizados a radiologia e ecografia, para além de outros meios tecnológicos mais recentes.
Relativamente ao tratamento médico da OA, irá fazer-se uma descrição resumida das diferentes  abordagens terapêuticas, que têm como principal objectivo retardar o avanço da doença articular e,  ainda, das novas formas de tratamento alternativo da OA (ondas de choque, células estaminais mesenquimatosas e terapia genica).
Na escolha deste tema: “Alterações radiográficas e ecográficas de osteoartrite na articulação metacarpofalângica em cavalos de desporto”, pretendeu-se efectuar uma comparação entre o recurso ao Rx e à ecografia e as vantagens que existem na sua utilização conjunta. Desta forma, serão apresentados cinco casos clínicos nos quais se evidenciam as lesões mais comuns da OA, com o recurso à avaliação radiológica e ecográfica.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

TEIXEIRA, Daniela Cristina Magalhães. Alterações radiográficas e ecográficas de osteoartrite na articulação metacarpofalangica em cavalos de desporto. Lisboa, 2012. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) – Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Técnica de Lisboa.

Fonte: Repositório Técnico da Universidade de Lisboa

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Atuação do Tecnólogo em Radiologia na Área da Medicina Veterinária

Atuação do Tecnólogo em Radiologia na Área da Medicina VeterináriaAutora: Simone Aparecida Fernandes de Andrade.

A radiologia veterinária vem expandindo e trazendo métodos de diagnósticos cada vez mais sofisticados e com isso proporcionando rapidez na resolução dos casos clínicos na clinica de pequenos e grandes animais. Ao contrário da medicina humana, na medicina veterinária o técnico e tecnólogo trabalham com várias espécies de animais totalmente diferentes daquela no qual está acostumado, a espécie humana. Para o profissional em radiologia atuar na área de imagens em animais, além do curso em radiologia ele deverá fazer um estágio nessa área para que obtenha conhecimentos sobre anatomia, contenção animal, radioproteção e posicionamento radiológico ou então, fazer curso como auxiliar do profissional médico veterinário. O presente trabalho tem como objetivo apresentar as atribuições do profissional técnico e tecnólogo em radiologia na área da Medicina Veterinária.

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ANDRADE, Simone Aparecida Fernandes de. Atuação do Tecnólogo em Radiologia na Área da Medicina Veterinária. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa, Santos, v. 4, n. 7, jul./dez. 2007.

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