Ressonância Magnética do Tórax: Sugestão de Protocolo

Ressonância Magnética do Tórax - Sugestão de Protocolo

Autores: Bruno Hochhegger; Vinícius Valério Silveira de Souza; Edson Marchiori; Klaus Loureiro Irion; Arthur Soares Souza Jr.; Jorge Elias Junior; Rosana Souza Rodrigues; Miriam Menna Barreto; Dante Luiz Escuissato; Alexandre Dias Mançano; César Augusto Araujo Neto; Marcos Duarte Guimarães; Carlos Schuler Nin; Marcel Koenigkam Santos; Jorge Luiz Pereira e Silva.

Nos últimos anos, com o desenvolvimento de sequências ultrarrápidas, a ressonância magnética (RM) tem-se estabelecido como uma ferramenta de diagnóstico por imagem de grande valor. Em virtude dos aperfeiçoamentos na velocidade de aquisição e na qualidade das imagens, a RM é atualmente um método apropriado também para o estudo de doenças pulmonares. A principal vantagem da RM é sua combinação única que permite avaliação morfológica e funcional em um mesmo exame de imagem. Neste artigo iremos revisar aspectos técnicos e sugerir um protocolo para a realização de RM do tórax. Também serão descritas as três maiores indicações de RM do tórax: estadiamento para neoplasia pulmonar, avaliação de doença vascular do pulmão e investigação de doenças pulmonares em pacientes que não devem ser expostos à radiação ionizante.

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HOCHHEGGER, Bruno. et. al. Ressonância Magnética do Tórax: Sugestão de Protocolo. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 6, p. 373-380, nov./ dez. 2015.

In English: Chest Magnetic Resonance Imaging: A Protocol Suggestion.

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Neuropatia Compressiva do Primeiro Ramo do Nervo Plantar Lateral: Estudo por Ressonância Magnética

Neuropatia Compressiva do Primeiro Ramo do Nervo Plantar Lateral - Estudo por Ressonância Magnética

Autores: Rogéria Nobre Rodrigues; Alexia Abuhid Lopes; Jardélio Mendes Torres; Marina Franco Mundim; Lênio Lúcio Gavio Silva; Breno Rabelo de Carvalho e Silva.

Objetivo: Avaliar a prevalência de achados isolados que causam compressão do primeiro ramo do nervo plantar lateral em pacientes com queixa de dor crônica no calcanhar, cujos exames de ressonância magnética mostraram atrofia gordurosa seletiva completa do músculo abdutor do quinto dedo. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo, analítico e transversal. Selecionamos exames de ressonância magnética do retropé de 90 pacientes que apresentavam atrofia muscular grau IV do abdutor do quinto dedo utilizando a classificação de Goutallier e Bernageau. Foram excluídos do estudo pacientes com níveis menores de degeneração muscular (abaixo do grau IV). Resultados: Houve predomínio do sexo feminino de 78,8% e alto índice de concordância da atrofia gordurosa do músculo abdutor do quinto dedo com fasciite plantar e varizes no tornozelo, respectivamente, encontrados em 21,2% e 16,8% dos pacientes. Conclusão: Atrofia gordurosa do músculo abdutor do quinto dedo está fortemente associada a alterações neuropáticas do primeiro ramo do plantar lateral. Nosso estudo mostrou associação significativa entre a fasciite plantar e varizes do tornozelo com atrofia grau IV do abdutor do quinto dedo.

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RODRIGUES, Rogéria Nobre. et. al. Neuropatia Compressiva do Primeiro Ramo do Nervo Plantar Lateral: Estudo por Ressonância Magnética. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 6, p. 368-372, nov./ dez. 2015.

In English: Compressive Neuropathy of the First Branch of the Lateral Plantar Nerve: A Study by Magnetic Resonance Imaging.

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Tractografia e Neuronavegação

Tractografia e Neuronavegação

Autores: Giselle Coelho; Filipe Kunzler; Lucas Lessa; Ricardo Rogério; Sidnei Epelman; Nelci Zanon.

Diffusion tensor imaging (DTI) é um método não invasivo promissório de ressonância magnética (RM) para estudo da organização anatômica dos principais tratos de substância branca de forma não invasiva. Um tópico que tem recebido atenção é a aplicação de DTI e tractografia na investigação de pacientes com tumores intracranianos. Isto tem sido utilizado em conjunto com sistemas de neuronavegação durante a cirurgia, permitindo identificação precisa do tumor, e consequentemente, ressecção segura. A tractografia pode ser utilizada em combinação com a neuronavegação para guiar a ressecção de lesões cerebrais. Apesar desta tecnologia e mais especificamente na população pediátrica, ainda estar em desenvolvimento, o potencial é muito promissor. Muitos estudos serão necessários para estabelecer a correlação desta tecnologia e a suposta diminuição na ocorrência de brainshift quando comparada a neuronavegação convencional. O principal objetivo deste estudo é apresentar a experiência dos autores e avaliar os possíveis benefícios da neuronavegação associada à tractografia, durante cirurgias intracranianas, em crianças.

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COELHO, Giselle. et. al. Tractografia e Neuronavegação. Revista Brasileira de Neurologia e Psiquiatria, Salvador, v. 12, n. 2, p. 177-187, maio/ ago. 2014.

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Imagem de Ressonância Magnética de 1,0T no Estudo da Hidrocefalia Experimental em Ratos. Avaliação do Método de Medição do Tamanho Ventricular

Imagem de Ressonância Magnética de 1,0T no Estudo da Hidrocefalia Experimental em RatosAutores: Samuel Caputo de Castro; Hélio Rubens Machado; Carlos Henrique Rocha Catalão; Betina Aisengart de Siqueira; Ana Leda Bertoncini Simões; João-José Lachat; Luiza da Silva Lopes.

Objetivo: Investigar a fidelidade das Imagens de Ressonância Magnética de 1,0T no estudo do tamanho ventricular na hidrocefalia experimental em ratos jovens. Métodos: Ratos Wistar foram submetidos à hidrocefalia através da injeção intracisternal de caulim 20%. Dez animais permaneceram sem injeção para uso como controles. Ao final do experimento, os animais foram submetidos à Ressonância magnética de encéfalo e sacrificados. O tamanho ventricular foi avaliado por três medidas: razão ventricular (VR), espessura cortical (Cx) e área ventricular (VA), tomadas em fotografias das secções anatômicas e nas imagens de ressonância magnética (RM). Resultados: As imagens por RM apresentaram qualidade suficiente para individualizar os ventriculos laterais, mas a distinção entre córtex e substância branca, bem como detalhamento das estruturas profundas do encéfalo não foram possíveis. Quando comparadas as medidas em seções anatômicas e RM, não houve diferença estatística entre as médias de razão ventricular e espessura cortical (p=0,9946 e p=0,5992, respectivamente). Houve diferença da área ventricular comparando-se as secções anatômicas e ressonância magnética (p<0,0001). Conclusão: Os parâmetros obtidos através de imagens da ressonância magnética de 1,0T foram suficientes para individualizar as cavidades ventriculares e o córtex cerebral, e para calcular o tamanho ventricular em ratos hidrocefálicos quando comparados aos seus respectivos cortes anatômicos.

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CASTRO, Samuel Caputo de. et. al. Imagem de Ressonância Magnética de 1,0T no Estudo da Hidrocefalia Experimental em Ratos. Avaliação do Método de Medição do Tamanho Ventricular. Acta Cirúrgica Brasileira, São Paulo, v. 27, n. 11, p. 768-772, nov. 2012. (Texto em inglês).

 

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Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher

Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher

Autores: Ricardo Andrade Fernandes de Mello; Melissa Bozzi Nonato Mello; Laís Bastos Pessanha.

Objetivo: Avaliar, por meio de ressonância magnética, alterações da medular óssea de pacientes em tratamento para doença de Gaucher tipo I. Materiais e Métodos: Estudo descritivo e transversal de pacientes com doença de Gaucher tipo I, com realização de ressonância magnética de 3 T da coluna lombar e fêmures, analisada por meio do escore semiquantitativo denominado bone marrow burden (BMB), sem conhecimento das informações clínicas. Resultados: Dos sete pacientes avaliados (três homens e quatro mulheres), todos apresentaram sinais de infiltração da medula óssea. Osteonecrose da cabeça femoral foi encontrada em três pacientes, deformidade em frasco de Erlenmeyer em cinco e nenhum paciente apresentou colapso de corpo vertebral. A pontuação média do escore BMB total foi 11, variando de 9 a 14. Conclusão: A ressonância magnética é, atualmente, o método de escolha em adultos para avaliar o envolvimento ósseo na doença de Gaucher, em virtude da sua elevada sensibilidade na detecção de alterações tanto focais quanto difusas da medula óssea, sendo o escore BMB um método simplificado de análise semiquantitativa, sem depender de sequências avançadas ou de hardware sofisticado, permitindo classificar a extensão do acometimento da doença e ajudando no monitoramento do tratamento.

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MELLO, Ricardo Andrade Fernandes de; MELLO, Melissa Bozzi Nonato; PESSANHA, Laís Bastos. Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 4, p. 216-249, jul./ ago, 2015.
(Tamanho: 310 KB)

In English: Magnetic Resonance Imaging and BMB Score in the Evaluation of Bone Involvement in Gaucher’s Disease Patients.

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Luxação Acromioclavicular: Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética

Luxação Acromioclavicular - Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética

Autores: Rafael Salomon Silva Faria; Fabiano Rebouças Ribeiro; Bruno de Oliveira Amin; Antonio Carlos Tenor Junior; Miguel Pereira da Costa; Cantídio Salvador Filardi Filho; Cleber Gonçalves Batista; Rômulo Brasil Filho.

Objetivo: Avaliar radiologicamente a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares após o tratamento cirúrgico para luxação acromioclavicular. Métodos: Foram convocados 10 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico para luxação acromioclavicular pela via posterossuperior, com tempo de pós-operatório mínimo de um ano, para avaliação radiológica por ressonância magnética. Essa avaliação foi feita por meio de analogia com a escala descrita na literatura para estudo da cicatrização do ligamento cruzado anterior do joelho e pela aferição das medidas dos ligamentos coracoclaviculares cicatrizados. Resultados: Houve formação de estrutura cicatricial aparentemente fibrosa em 100% dos casos. Em 50% dos casos, a imagem dessa estrutura era de bom aspecto à ressonância nuclear magnética e 50% deficiente. Conclusão: A avaliação por ressonância nuclear magnética dos pacientes em pós-operatório tardio de cirurgia para tratamento da luxação acromioclavicular aguda, pela via posterossuperior do ombro, mostrou a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares em 100% dos casos, sendo 50% deficiente.

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FARIA, Rafael Salomon Silva. et. al. Luxação Acromioclavicular: Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 2, p. 195-199, mar./ abr. 2015.
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In English: Acromioclavicular Dislocation: Postoperative Evaluation of the Coracoclavicular Ligaments Using Magnetic Resonance.

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Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea

Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea

Autores: Rogério Franco de Araujo Goes; Augusto Cardoso Filho; Gabriel Novaes Pillar de Oliveira Castro; Fabricio Bolpato Loures; Idemar Monteiro Da Palma; André Kinder; Pedro José Labronici.

Objetivo: Analisar e descrever, com o joelho em extensão, a distância da artéria poplítea em três áreas específicas da região proximal da tíbia, por meio de ressonância magnética. Métodos: Foram analisadas as imagens de 100 joelhos de pacientes submetidos a exame por ressonância magnética. A localização da artéria poplítea foi medida em três áreas distintas da região proximal posterior da tíbia. A primeira medida foi feita no nível da articulação do joelho (platô tibial). A segunda, a 9 mm distal do platô tibial. A terceira, ao nível da tuberosidade anterior da tíbia (TAT). Resultados: As distâncias entre a artéria poplítea e o platô tibial e a região da TAT foram significativamente maiores no sexo masculino do que no feminino. As distâncias entre a artéria poplítea e a região 9 mm distal do platô tibial e a TAT foram significativamente maiores na faixa acima de 36 anos do que na faixa ≤ 36 anos. Conclusão: O conhecimento da posição anatômica da artéria poplítea, demonstrada por estudos de RM, é de grande relevância no planejamento de procedimentos cirúrgicos que envolvam a articulação do joelho. Com isso, podem-se evitar lesões iatrogênicas devastadoras, principalmente em regiões proximais ao platô tibial e em pacientes jovens.

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GOES, Rogério Franco de Araujo. et. al. Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 4, p. 422-429, jul./ ago. 2015.
(Tamanho: 1,38 MB)

In English: Magnetic Resonance Study on the Anatomical Relationship Between the Posterior Proximal Region of the Tibia and the Popliteal Artery.

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