Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher

Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher

Autores: Ricardo Andrade Fernandes de Mello; Melissa Bozzi Nonato Mello; Laís Bastos Pessanha.

Objetivo: Avaliar, por meio de ressonância magnética, alterações da medular óssea de pacientes em tratamento para doença de Gaucher tipo I. Materiais e Métodos: Estudo descritivo e transversal de pacientes com doença de Gaucher tipo I, com realização de ressonância magnética de 3 T da coluna lombar e fêmures, analisada por meio do escore semiquantitativo denominado bone marrow burden (BMB), sem conhecimento das informações clínicas. Resultados: Dos sete pacientes avaliados (três homens e quatro mulheres), todos apresentaram sinais de infiltração da medula óssea. Osteonecrose da cabeça femoral foi encontrada em três pacientes, deformidade em frasco de Erlenmeyer em cinco e nenhum paciente apresentou colapso de corpo vertebral. A pontuação média do escore BMB total foi 11, variando de 9 a 14. Conclusão: A ressonância magnética é, atualmente, o método de escolha em adultos para avaliar o envolvimento ósseo na doença de Gaucher, em virtude da sua elevada sensibilidade na detecção de alterações tanto focais quanto difusas da medula óssea, sendo o escore BMB um método simplificado de análise semiquantitativa, sem depender de sequências avançadas ou de hardware sofisticado, permitindo classificar a extensão do acometimento da doença e ajudando no monitoramento do tratamento.

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MELLO, Ricardo Andrade Fernandes de; MELLO, Melissa Bozzi Nonato; PESSANHA, Laís Bastos. Ressonância Magnética e o Escore BMB na Avaliação do Acometimento Ósseo em Pacientes com Doença de Gaucher. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 4, p. 216-249, jul./ ago, 2015.
(Tamanho: 310 KB)

In English: Magnetic Resonance Imaging and BMB Score in the Evaluation of Bone Involvement in Gaucher’s Disease Patients.

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Luxação Acromioclavicular: Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética

Luxação Acromioclavicular - Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética

Autores: Rafael Salomon Silva Faria; Fabiano Rebouças Ribeiro; Bruno de Oliveira Amin; Antonio Carlos Tenor Junior; Miguel Pereira da Costa; Cantídio Salvador Filardi Filho; Cleber Gonçalves Batista; Rômulo Brasil Filho.

Objetivo: Avaliar radiologicamente a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares após o tratamento cirúrgico para luxação acromioclavicular. Métodos: Foram convocados 10 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico para luxação acromioclavicular pela via posterossuperior, com tempo de pós-operatório mínimo de um ano, para avaliação radiológica por ressonância magnética. Essa avaliação foi feita por meio de analogia com a escala descrita na literatura para estudo da cicatrização do ligamento cruzado anterior do joelho e pela aferição das medidas dos ligamentos coracoclaviculares cicatrizados. Resultados: Houve formação de estrutura cicatricial aparentemente fibrosa em 100% dos casos. Em 50% dos casos, a imagem dessa estrutura era de bom aspecto à ressonância nuclear magnética e 50% deficiente. Conclusão: A avaliação por ressonância nuclear magnética dos pacientes em pós-operatório tardio de cirurgia para tratamento da luxação acromioclavicular aguda, pela via posterossuperior do ombro, mostrou a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares em 100% dos casos, sendo 50% deficiente.

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FARIA, Rafael Salomon Silva. et. al. Luxação Acromioclavicular: Avaliação Pós-Operatória dos Ligamentos Coracoclaviculares por Ressonância Magnética. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 2, p. 195-199, mar./ abr. 2015.
(Tamanho: 966 KB)

In English: Acromioclavicular Dislocation: Postoperative Evaluation of the Coracoclavicular Ligaments Using Magnetic Resonance.

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Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea

Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea

Autores: Rogério Franco de Araujo Goes; Augusto Cardoso Filho; Gabriel Novaes Pillar de Oliveira Castro; Fabricio Bolpato Loures; Idemar Monteiro Da Palma; André Kinder; Pedro José Labronici.

Objetivo: Analisar e descrever, com o joelho em extensão, a distância da artéria poplítea em três áreas específicas da região proximal da tíbia, por meio de ressonância magnética. Métodos: Foram analisadas as imagens de 100 joelhos de pacientes submetidos a exame por ressonância magnética. A localização da artéria poplítea foi medida em três áreas distintas da região proximal posterior da tíbia. A primeira medida foi feita no nível da articulação do joelho (platô tibial). A segunda, a 9 mm distal do platô tibial. A terceira, ao nível da tuberosidade anterior da tíbia (TAT). Resultados: As distâncias entre a artéria poplítea e o platô tibial e a região da TAT foram significativamente maiores no sexo masculino do que no feminino. As distâncias entre a artéria poplítea e a região 9 mm distal do platô tibial e a TAT foram significativamente maiores na faixa acima de 36 anos do que na faixa ≤ 36 anos. Conclusão: O conhecimento da posição anatômica da artéria poplítea, demonstrada por estudos de RM, é de grande relevância no planejamento de procedimentos cirúrgicos que envolvam a articulação do joelho. Com isso, podem-se evitar lesões iatrogênicas devastadoras, principalmente em regiões proximais ao platô tibial e em pacientes jovens.

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GOES, Rogério Franco de Araujo. et. al. Estudo por Ressonância Magnética da Relação Anatômica entre a Região Proximal Posterior da Tíbia e a Artéria Poplítea. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 4, p. 422-429, jul./ ago. 2015.
(Tamanho: 1,38 MB)

In English: Magnetic Resonance Study on the Anatomical Relationship Between the Posterior Proximal Region of the Tibia and the Popliteal Artery.

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Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Ressonância Magnética de Corpo Inteiro - Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Autor: Bruno Hochhegger.

As vantagens da ressonância magnética de corpo inteiro (RMCI) residem particularmente na ausência de radiação ionizante, com especial importância em imagem pediátrica, em razão do aumento da sensibilidade das crianças à radiação ionizante. Outra importante vantagem baseia-se na elevada acurácia da RMCI em estudar a medula óssea, órgãos sólidos, e na resolução superior de contraste nos tecidos moles, quando comparada a outras técnicas. Há interesse particular no seu papel no campo da oncologia pediátrica (por exemplo: linfoma, neuroblastoma, sarcoma e células de Langerhans). As principais desvantagens da RMCI são os seus tempos de exame relativamente longos e artefatos de movimento (que requerem a cooperação do paciente ou anestesia geral). No entanto, os avanços nas técnicas de computação e de imagem, incluindo sequências adicionais (saturação de gordura, imagem ponderada em difusão e uso de realce por gadolínio) estão reduzindo o impacto de alguns destes desafios.

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HOCHHEGGER, Bruno. Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 9-10. maio/ jun. 2015.
(Tamanho: 65,3 KB)

In English: Whole-Body Magnetic Resonance Imaging: An Effective and Underutilized Technique.

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Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro

Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria - Passado, Presente e Futuro

Autor: Michael John Brammer.

O primeiro exame de imagem por ressonância magnética (IRM) do corpo humano foi realizado há 35 anos e a ressonância magnética funcional (IMRf) apareceu como ferramenta experimental de imageamento há 20 anos. Quando meus colegas e eu começamos a usar essas duas técnicas, em 1994, no Instituto de Psiquiatria, em Londres, parecia que a IRM estava no limite, mudando radicalmente nossa visão da doença mental, ao nos permitir definir como distúrbios psiquiátricos o que chamamos, com frequência, de “correlatos neurais”. Apenas 10 anos depois, alguns de meus colegas, em um livro intitulado Neuroimagem em Psiquiatria, foram capazes de descrever centenas de artigos publicados que utilizaram a IRM para investigar uma grande variedade de transtornos psiquiátricos. Entretanto, só 6 anos mais tarde, Bullmore et al. alertaram que a Psiquiatria não podia se dar ao luxo de ser “neurofóbica”, e que as abordagens neurocientíficas, como aquelas que usavam a IRM, desempenhavam um papel valioso no desenvolvimento dessa área da medicina. Em torno de 2009, milhares de artigos já tinham aparecido em revistas psiquiátricas de alto impacto, como British Journal of Psychiatry, American Journal of Psychiatry, Archives of General Psychiatry, Molecular Psychiatry e Biological Psychiatry, assim como na Nature e na Science. Mas, claramente, muitos profissionais da comunidade psiquiátrica ainda precisavam se convencer de que a IRM se provava (ou provaria) ser uma ferramenta útil de relevância clínica.

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BRAMMER, Michael John. Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 13-14, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 136 KB)

In English: Magnetic Resonance Imaging and Psychiatry: Past, Present and Future.

 

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RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa

RMf de Linguagem na Doença de Parkinson - Levodopa versus Não Levodopa

Autores: Paula Ricci Arantes; Heloise Helena Gobato; Bárbara Bordegatto Davoglio; Maria Ângela Maramaldo Barreiros; André Carvalho Felício; Orlando Graziani Povoas Barsottini; Luiz Augusto Franco de Andrade; Edson Amaro Junior.

Objetivo: Identificar o efeito da levodopa nas áreas de linguagem em pacientes com doença de Parkinson. Métodos: Foram avaliados 50 pacientes com doença de Parkinson leve a moderada e pareados, por gênero e idade, a 47 voluntários saudáveis. Foram selecionados dois grupos homogêneos de 18 pacientes que usavam e 7 que não usavam levodopa. O exame de ressonância magnética funcional, com tarefa de fluência verbal por geração de palavras de maiores e menores demandas cognitivas, foi realizado em equipamento de 3T. Os dados foram analisados pelo programa XBAM para os mapas de grupo e as comparações ANOVA. Resultados: Os pacientes sem utilização de levodopa tiveram maior ativação nas áreas frontais mediais e esquerdas e áreas parieto-occipitais que com levodopa. A ativação estriatal nos pacientes em uso de levodopa foi similar à detectada no grupo de voluntários saudáveis.  Conclusão: Pacientes com doença de Parkinson, sem utilização de levodopa durante o esforço da fluência verbal, tiveram ativação mais difusa e intensa, principalmente no hemisfério esquerdo, em áreas frontais e parieto-occipitais. A atividade cerebral estriatal na fluência verbal de pacientes em uso de levodopa foi semelhante a dos voluntários saudáveis. Essas evidências iniciais sugerem um papel inibidor da levodopa na ativação compensatória de áreas parieto-occipitais.

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ARANTES, Paula Ricci; et. al. RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 171-179, abr./ jun. 2012
(Tamanho: 631 KB)

In English: Levodopa versus Non-Levodopa Brain Language fMRI in Parkinson’s Disease.

 

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Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética

Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética

Autores: Maryana de Carvalho Alegro; Edson Amaro Junior; Rosei de Deus Lopes.

Objetivo: Propor um sistema para segmentação automática de tumores do encéfalo. Métodos: O sistema emprega parâmetros de textura como sua principal fonte de informação para a segmentação. Resultados: Os acertos chegaram a 94% na correspondência entre a segmentação obtida e o padrão-ouro. Conclusão: Os resultados obtidos mostram que o sistema é capaz de localizar e delimitar as áreas de tumor sem necessidade de interação com o operador.

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ALEGRO, Maryana de Carvalho; AMARO JUNIOR, Edson; LOPES, Rosei de Deus. Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 158-163, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 446 KB)

In English: Computerized Brain Tumor Segmentation in Magnetic Resonance Imaging.

 

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