Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Ressonância Magnética de Corpo Inteiro - Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Autor: Bruno Hochhegger.

As vantagens da ressonância magnética de corpo inteiro (RMCI) residem particularmente na ausência de radiação ionizante, com especial importância em imagem pediátrica, em razão do aumento da sensibilidade das crianças à radiação ionizante. Outra importante vantagem baseia-se na elevada acurácia da RMCI em estudar a medula óssea, órgãos sólidos, e na resolução superior de contraste nos tecidos moles, quando comparada a outras técnicas. Há interesse particular no seu papel no campo da oncologia pediátrica (por exemplo: linfoma, neuroblastoma, sarcoma e células de Langerhans). As principais desvantagens da RMCI são os seus tempos de exame relativamente longos e artefatos de movimento (que requerem a cooperação do paciente ou anestesia geral). No entanto, os avanços nas técnicas de computação e de imagem, incluindo sequências adicionais (saturação de gordura, imagem ponderada em difusão e uso de realce por gadolínio) estão reduzindo o impacto de alguns destes desafios.

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HOCHHEGGER, Bruno. Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 9-10. maio/ jun. 2015.
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In English: Whole-Body Magnetic Resonance Imaging: An Effective and Underutilized Technique.

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Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro

Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria - Passado, Presente e Futuro

Autor: Michael John Brammer.

O primeiro exame de imagem por ressonância magnética (IRM) do corpo humano foi realizado há 35 anos e a ressonância magnética funcional (IMRf) apareceu como ferramenta experimental de imageamento há 20 anos. Quando meus colegas e eu começamos a usar essas duas técnicas, em 1994, no Instituto de Psiquiatria, em Londres, parecia que a IRM estava no limite, mudando radicalmente nossa visão da doença mental, ao nos permitir definir como distúrbios psiquiátricos o que chamamos, com frequência, de “correlatos neurais”. Apenas 10 anos depois, alguns de meus colegas, em um livro intitulado Neuroimagem em Psiquiatria, foram capazes de descrever centenas de artigos publicados que utilizaram a IRM para investigar uma grande variedade de transtornos psiquiátricos. Entretanto, só 6 anos mais tarde, Bullmore et al. alertaram que a Psiquiatria não podia se dar ao luxo de ser “neurofóbica”, e que as abordagens neurocientíficas, como aquelas que usavam a IRM, desempenhavam um papel valioso no desenvolvimento dessa área da medicina. Em torno de 2009, milhares de artigos já tinham aparecido em revistas psiquiátricas de alto impacto, como British Journal of Psychiatry, American Journal of Psychiatry, Archives of General Psychiatry, Molecular Psychiatry e Biological Psychiatry, assim como na Nature e na Science. Mas, claramente, muitos profissionais da comunidade psiquiátrica ainda precisavam se convencer de que a IRM se provava (ou provaria) ser uma ferramenta útil de relevância clínica.

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BRAMMER, Michael John. Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 13-14, abr./ jun. 2012.
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In English: Magnetic Resonance Imaging and Psychiatry: Past, Present and Future.

 

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RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa

RMf de Linguagem na Doença de Parkinson - Levodopa versus Não Levodopa

Autores: Paula Ricci Arantes; Heloise Helena Gobato; Bárbara Bordegatto Davoglio; Maria Ângela Maramaldo Barreiros; André Carvalho Felício; Orlando Graziani Povoas Barsottini; Luiz Augusto Franco de Andrade; Edson Amaro Junior.

Objetivo: Identificar o efeito da levodopa nas áreas de linguagem em pacientes com doença de Parkinson. Métodos: Foram avaliados 50 pacientes com doença de Parkinson leve a moderada e pareados, por gênero e idade, a 47 voluntários saudáveis. Foram selecionados dois grupos homogêneos de 18 pacientes que usavam e 7 que não usavam levodopa. O exame de ressonância magnética funcional, com tarefa de fluência verbal por geração de palavras de maiores e menores demandas cognitivas, foi realizado em equipamento de 3T. Os dados foram analisados pelo programa XBAM para os mapas de grupo e as comparações ANOVA. Resultados: Os pacientes sem utilização de levodopa tiveram maior ativação nas áreas frontais mediais e esquerdas e áreas parieto-occipitais que com levodopa. A ativação estriatal nos pacientes em uso de levodopa foi similar à detectada no grupo de voluntários saudáveis.  Conclusão: Pacientes com doença de Parkinson, sem utilização de levodopa durante o esforço da fluência verbal, tiveram ativação mais difusa e intensa, principalmente no hemisfério esquerdo, em áreas frontais e parieto-occipitais. A atividade cerebral estriatal na fluência verbal de pacientes em uso de levodopa foi semelhante a dos voluntários saudáveis. Essas evidências iniciais sugerem um papel inibidor da levodopa na ativação compensatória de áreas parieto-occipitais.

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ARANTES, Paula Ricci; et. al. RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 171-179, abr./ jun. 2012
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In English: Levodopa versus Non-Levodopa Brain Language fMRI in Parkinson’s Disease.

 

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Imagem Ponderada em Suscetibilidade Magnética: Diferenciando Calcificação de Hemossiderina

Imagem Ponderada em Suscetibilidade Magnética - Diferenciando Calcificação de Hemossiderina

Autores: Jeam Haroldo Oliveira Barbosa; Antonio Carlos Santos; Carlos Ernesto Garrido Salmon.

Objetivo: Expor em detalhes o processamento da imagem ponderada em suscetibilidade magnética (susceptibility weighted imaging – SWI), destacando o efeito da escolha do tempo de eco e da máscara sensível à diferenciação de calcificação e hemossiderina simultaneamente. Materiais e Métodos: Imagens de tomografia computadorizada e por ressonância magnética (magnitude e fase) foram selecionadas, retrospectivamente, de seis pacientes (idades entre 41 e 54 anos; quatro homens). O processamento das imagens SWI foi realizado em rotina própria no programa Matlab. Resultados: Dos seis pacientes estudados, quatro apresentaram calcificações nas imagens de tomografia computadorizada. Nestes, as imagens SWI mostraram sinal hiperintenso para as regiões de calcificações. Os outros dois pacientes não apresentaram calcificações nas imagens de tomografia computadorizada e apresentaram depósito de hemossiderina com sinal hipointenso na imagem SWI. Conclusão: A escolha do tempo de eco e da máscara pode alterar toda a informação da imagem SWI e comprometer a confiabilidade diagnóstica. Dentre as possíveis máscaras, destacamos que a máscara sigmoide permite contrastar calcificação e hemossiderina em uma única imagem SWI.

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BARBOSA, Jeam Haroldo Oliveira; SANTOS, Antonio Carlos; SALMON, Carlos Ernesto Garrido. Imagem Ponderada em Suscetibilidade Magnética: Diferenciando Calcificação de Hemossiderina. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 2, p. 93-100, mar./ abr. 2015.
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In English: Susceptibility Weighted Imaging: Differentiating Between Calcification and Hemosiderin.

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Ressonância Magnética de Corpo Inteiro em Pediatria: Estado da Arte

Ressonância Magnética de Corpo Inteiro em Pediatria - Estado da Arte

Autores: Sara Reis Teixeira; Jorge Elias Junior; Marcello Henrique Nogueira-Barbosa; Marcos Duarte Guimarães; Edson Marchiori; Marcel Koenigkam Santos.

A avaliação de corpo inteiro em crianças era classicamente realizada com radiografias simples, cintilografia e tomografia por emissão de pósitrons combinada ou não à tomografia computadorizada, estes com a desvantagem de exposição à radiação ionizante. A ressonância magnética de corpo inteiro (RMCI), associada ao desenvolvimento de técnicas metabólicas e funcionais como difusão, trouxe a vantagem de uma avaliação global do paciente pediátrico sem os riscos da radiação ionizante habitualmente presente nos métodos radiológicos convencionais. A RMCI é um método rápido e sensível, com aplicação especial na área de pediatria na detecção e no monitoramento de lesões multifocais no corpo como um todo. Em pediatria, esta técnica é utilizada tanto em oncologia – no diagnóstico e rastreamento de tumores em pacientes portadores de síndromes genéticas, na avaliação da extensão de doenças e estadiamento oncológico, na avaliação da resposta terapêutica e no seguimento pós-terapêutico – como em lesões não neoplásicas – osteomielite multifocal, malformações vasculares e síndromes que comprometam múltiplas regiões do corpo. Esta revisão tem como objetivo mostrar as principais indicações do exame na população pediátrica e técnica de realização.

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TEIXEIRA, Sara Reis; et. al. Ressonância Magnética de Corpo Inteiro em Pediatria: Estado da Arte. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 2, p. 111-120, mar./ abr. 2015.
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In English: Whole-Body Magnetic Resonance Imaging in Children: State of the Art.

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II Diretriz de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do Colégio Brasileiro de Radiologia

II Diretriz de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do Colégio Brasileiro de RadiologiaAutores: Leonardo Sara da Silva; Gilberto Szarf; Adriano Tachibana; Afonso Akio Shiozaki; Alexandre Volney Villa; Amarino Carvalho de Oliveira JúniorAndrei Skromov de Albuquerque; Carlos Eduardo Rochitte; César Higa Nomura; Clerio Francisco de Azevedo Filho; Dany JasinowodolinskiEduardo Marinho Tassi; Fabio de Morais Medeiros; Fernando Uliana Kay, Flávia Pegado Junqueira; Guilherme S. A. Azevedo; Guilherme Urpia MonteIbraim Masciarelli Francisco PintoIlan Gottlieb; Joalbo Matos Andrade; João A. C. Lima; José Rodrigues Parga FilhoJuliana Fernandes KelendjianJuliano Lara Fernandes; Leonardo Iquizl; Luis C. L. Correia; Luiz Augusto Nardelli Pinto QuagliaLuiz Flavio Galvão GonçalvesLuiz Francisco Rodrigues de Ávila; Marcello Zapparoli; Marcelo Souza HadlichMarcelo Souto NacifMárcia de Melo Barbosa; Márcio Hiroshi Minami, Marcio Sommer Bittencourt; Maria Helena Albernaz Siqueira; Marly Conceição Silva, Marly Maria Uellendahl LopesMateus Diniz Marques; Mônica La Rocca Vieira; Otávio Rizzi Coellho Filho; Paulo Roberto SchvartzmanRaul Dias dos Santos Filho; Ricardo Caldeira Cury; Ricardo Loureiro; Roberto Caldeira CuryRoberto Sasdelli Neto; Robson Macedo; Rodrigo Julio CerciRui Alberto de Faria Filho; Sávio Cardoso; Thiago Naves; Tiago Augusto MagalhãesTiago Senra Garcia dos Santos; Ursula Maria Moreira Costa Burgos; Valéria de Melo Moreira; Walther Yoshiharu Ishikawa.

A Ressonância Magnética (RM) e a Tomografia Computadorizada (TC) são métodos diagnósticos que têm, ao longo dos últimos anos, adquirido importância crescente na avaliação das diversas cardiopatias.

A RM é um excelente método diagnóstico, por não utilizar radiação ionizante e nem meio de contraste com maior potencial de nefrotoxicidade. Ela permite a avaliação da anatomia cardíaca e vascular, da função ventricular e da perfusão miocárdica, além de caracterização tecidual de forma acurada, reprodutível e em um único exame (one-stop shop). Sua versatilidade e acurácia diagnóstica a tornam um método altamente atraente para a avaliação de uma enorme gama de cardiopatias adquiridas ou congênitas, além das doenças da aorta, vasos pulmonares e outros leitos vasculares. A técnica do realce tardio, que possibilita a detecção do infarto e fibrose, é, hoje, uma ferramenta indispensável na avaliação
da viabilidade miocárdica (sendo considerada o padrão-ouro nessa avaliação), assim como para a avaliação diagnóstica e
prognóstica das cardiomiopatias não isquêmicas.

A TC cardíaca oferece duas principais modalidades de exame, que empregam técnicas diferentes e fornecem informações distintas. A primeira é a quantificação da calcificação coronária pelo Escore de Cálcio (EC). Vários trabalhos com grande número de pacientes demonstraram que o EC tem forte correlação com risco de eventos cardiovasculares futuros, de maneira independente dos fatores de risco tradicionais e da presença de isquemia miocárdica. Assim, o EC é, atualmente, uma importante ferramenta para estratificação de risco cardiovascular, por meio da detecção de aterosclerose subclínica.

A segunda modalidade é a Angiotomografia Computadorizada (angio-TC) das artérias coronárias, que permite a avaliação da luz das artérias coronárias de maneira não invasiva. Os equipamentos com 64 colunas de detectores, hoje amplamente difundidos, são capazes de adquirir essas imagens com grande sucesso, permitindo a visualização detalhada da luz das artérias coronárias com alta acurácia diagnóstica, quando comparada ao cateterismo cardíaco (é o padrão-ouro), porém, de maneira não invasiva, rápida e segura. Vários estudos recentes mostram que a angio-TC de coronárias fornece importantes informações prognósticas em pacientes sintomáticos com suspeita de doença coronária crônica, assim como em pacientes com dor torácica aguda nas unidades de emergência. Aplicações ainda em estudo, porém bastante promissoras, são a avaliação da perfusão e fibrose miocárdica por tomografia, determinação da Reserva de Fluxo Fracionada de Maneira Não Invasiva (RFF-TC) e análise da composição das placas ateroscleróticas.

Desde a publicação das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) sobre Indicações da Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada, em 2006, houve um grande progresso, tanto tecnológico quanto no que se refere a evidências científicas, nessas metodologias. Assim, essa atualização das Diretrizes de RM e TC Cardiovascular, realizada em conjunto pela SBC e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), tem por objetivo apresentar a visão sobre o uso atual dessas duas modalidades diagnósticas, suas indicações já estabelecidas e aquelas ainda em estudo e/ou controversas. A intenção deste documento é a de apresentar os pontos fortes e as limitações desses métodos na prática clínica, de forma a ajudar o cardiologista a ter um melhor entendimento de cada método, para melhor decisão clínica e benefício do paciente.

Para visualizar e baixar a diretriz completa acesse:

SILVA, Leonardo Sara da; et. al. II Diretriz de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do Colégio Brasileiro de Radiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Rio de Janeiro, v. 103, n. 6, supl. 3, p. 1-86, dez. 2014.
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Ressonância Magnética Multiparamétrica da Próstata: Conceitos Atuais

Ressonância Magnética Multiparamétrica da Próstata - Conceitos Atuais

Autores: Leonardo Kayat Bittencourt; Daniel Hausmann; Natalia Sabaneeff; Emerson Leandro Gasparetto; Jelle O. Barentsz.

O estudo por ressonância magnética multiparamétrica, ou funcional, vem evoluindo para se tornar o pilar fundamental no manejo diagnóstico de pacientes com câncer de próstata. Geralmente, o exame consiste em imagens pesadas em T2, difusão, realce dinâmico pelo contraste (permeabilidade), e cada vez menos frequentemente espectroscopia de prótons. Tais técnicas funcionais relacionam-se com propriedades biológicas do tumor, de modo que a difusão se relaciona com a celularidade e os escores de Gleason, a permeabilidade se relaciona com a angiogênese, e a espectroscopia de prótons se relaciona com o metabolismo da membrana celular. O uso destas técnicas em combinação aumenta a confiança diagnóstica e permite uma melhor caracterização do câncer de próstata. Este artigo tem o objetivo de revisar e ilustrar os aspectos técnicos e as aplicações clínicas de cada componente do estudo de ressonância magnética multiparamétrica da próstata, mediante uma abordagem prática.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

BITTENCOURT, Leonardo Kayat; et. al. Ressonância Magnética Multiparamétrica da Próstata: Conceitos Atuais. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 47, n. 5, p. 292-300, set./ out. 2014.
(Tamanho: 562 KB)

In English: Multiparametric Magnetic Resonance Imaging of the Prostate: Current Concepts.

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