Padronização do Estudo Radiográfico da Cintura Escapular

Padronização do Estudo Radiográfico da Cintura Escapular

Autores: André Luiz Silva de Jesus; Carolina Perceguino Ribeiro; Hugo Leonardo Pigosso; Josefa Oliveira Nery de Paiva; Lauriany Yumy Alves de Oliveira; Paloma Carvalho Leal da Silva; Reynaldo Corsini Junior; Tayná Gonçalves de Oliveira.

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JESUS, André Luiz Silva de; et. al. Padronização do Estudo Radiográfico da Cintura Escapular. Santos: Centro Universitário Lusíada – UNILUS, 2013. 48 slides: color. Slides gerados a partir do software PowerPoint®.
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Comparação entre Dois Métodos de Posicionamento para Realização do Raio X e sua Repercussão na Avaliação da Cifose Torácica Utilizando o Método de Cobb e no Equilíbrio Sagital

Comparação entre Dois Métodos de Posicionamento para Realização do Raio X e sua Repercussão na Avaliação da Cifose Torácica Utilizando o Método de Cobb e no Equilíbrio Sagital

Autores: Carlos Henrique Maçaneiro; Ricardo Kiyoshi Miyamoto; Rodrigo Fetter Lauffer; Luciano Leandro Martins.

INTRODUÇÃO: o tratamento da cifose torácica é baseado na aferição da magnitude da curva baseada em mensurações radiográficas, e proporcionar o correto equilíbrio sagital pela correção cirúrgica de uma gibosidade é de importância fundamental. OBJETIVO: análise radiográfica prospectiva do efeito da variação da posição dos braços sobre a aferição da cifose torácica e do equilíbrio sagital entre pacientes com idades pré-estabelecidas. MÉTODOS: foram realizadas radiografias na posição lateral da coluna vertebral utilizando-se dois métodos posicionais: posição 1, em que o paciente permanecia de pé, com os joelhos juntos, pés alinhados com os ombros, cabeça reta direcionada para a frente, braços estendidos a 90º em relação ao tronco, mantendo os membros superiores estendidos e paralelos ao chão; uma segunda radiografia foi obtida com o paciente de pé, com os joelhos juntos, pés alinhados com os ombros, cabeça reta direcionada para a frente, com os cotovelos fletidos e os dedos repousando sobre a fossa supraclavicular bilateralmente. Os braços devem formar um ângulo de aproximadamente 45º com o corpo. Foram mensurados os ângulos de Cobb e o equilíbrio sagital nas duas radiografias. RESULTADOS: não houve correlação entre a posição dos braços, os valores angulares de Cobb e o equilíbrio sagital. CONCLUSÃO: em nosso trabalho, observamos que a posição dos braços (90º versus 45º), não interfere estatisticamente no valor da cifose torácica e na variação do equilíbrio sagital.

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MAÇANEIRO, Carlos Henrique; et. al. Comparação entre Dois Métodos de Posicionamento para Realização do Raio X e sua Repercussão na Avaliação da Cifose Torácica Utilizando o Método de Cobb e no Equilíbrio Sagital. Coluna/ Columna, São Paulo, v. 9, n. 4, p. 363-369, dez. 2010.
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Escanometria dos Membros Inferiores: Revisitando Dr. Juan Farril

 

Escanometria dos Membros Inferiores - Revisitando Dr. Juan Farril

Autores: Henrique Zambenedetti Werlang; Gabriel Antônio de Oliveira; Ana Maria Tamelini; Ben Hur Madalosso; Francisco da Silva Maciel Júnior.

A escanometria pelo “método de Farill” é exame rotineiro na maioria dos serviços radiológicos. Ela permanece, há mais de meio século, como um método amplamente utilizado para diagnóstico da diferença entre os membros inferiores e seu respectivo tratamento pelos especialistas de diversas áreas. Contudo, detalhes na técnica do exame e na avaliação das medidas costumam ser ignorados ou negligenciados, comprometendo o resultado final. Este trabalho tem por objetivo divulgar os detalhes preconizados pelo autor, restaurando a precisão do método, bem como discuti-lo em relação aos demais métodos.

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WERLANG, Henrique Zambenedetti. et. al. Escanometria dos Membros Inferiores: Revisitando Dr. Juan Farril. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 40, n. 2, p. 137-141, mar./ abr. 2007.
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Análise Comparativa entre Incidências Radiográficas para a Osteoartrose do Joelho (AP Bipodal versus AP Monopodal)

Análise Comparativa entre Incidências Radiográficas para a Osteoartrose do Joelho (AP Bipodal versus AP Monopodal)

Autores: Rodrigo Pires e Albuquerque; Cristina Barbosa; Dafne Melquíades; Hilton Koch; João Maurício Barretto; Alexandre Albino; Waldeck Duarte Júnior.

Objetivo: Fazer uma análise comparativa com a aplicação dos critérios da classificação original de Ahlbäck na incidência ântero-posterior (AP) bipodal do joelho em extensão e na incidência ântero-posterior (AP) monopodal do joelho, em joelhos artrósicos sintomáticos. Com esta análise pretendemos observar a concordância, diferença ou as vantagens eventuais entre as incidências e o grau de comprometimento articular entre os médicos ortopedistas e radiologistas com o médico de referência. Métodos: De janeiro de 2012 a março de 2012, foi feito um estudo prospectivo, de 60 joelhos artrósicos sintomáticos (60 pacientes), selecionados clinicamente no ambulatório do grupo de joelho e submetidos às incidências radiográficas propostas na pesquisa. Dos 60 pacientes, 39 eram do sexo feminino e 21 do masculino, com média de 64 anos (variando de 50 a 84). Dos 60 joelhos avaliados, 37 correspondiam ao lado direito e 23 ao esquerdo. A análise foi feita pela estatística de Kappa, que avalia a concordância interobservadores de dados de natureza qualitativa. Resultados: Segundo a escala de Ahlbäck, houve uma concordância significativa (p < 0,0001) intraobservador na classificação da osteoartrose do joelho entre os cinco avaliadores. Houve uma concordância significativa (p < 0,0001) interobservador com médico de referência na incidência em AP monopodal e AP bipodal para os quatro avaliadores. Conclusão: O estudo não observou diferença entre a incidência em AP bipodal versus o AP monopodal na osteoartrose do joelho.

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PIRES E ALBUQUERQUE, Rodrigo; et al. Análise Comparativa entre Incidências Radiográficas para a Osteoartrose do Joelho (AP Bipodal versus AP Monopodal). Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 48, n. 4, p. 330-335, jul./ ago. 2013.

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Notas de Aula: Incidências Radiológicas do Esqueleto Axial e Órgãos

Notas de Aula - Incidências Radiológicas do Esqueleto Axial e Órgãos

Autor: Luciano Santa Rita Oliveira.

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OLIVEIRA, Luciano Santa Rita. Notas de Aula: Incidências Radiológicas do Esqueleto Axial e Órgãos. [S.l], 2010.

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Indicações e Contraindicações para Radiografias do Complexo Articular do Ombro e Úmero

Indicações e Contraindicações para Radiografias do Complexo Articular do Ombro e Úmero

Autores: André Luiz Silva de Jesus de; Hugo Leonardo Pigosso.

Esta apresentação tem como objetivo a descrição e análise, de forma resumida, das indicações e contraindicações para a realização das técnicas radiográficas empregadas ao complexo articular do ombro e úmero. Um levantamento bibliográfico ressaltou a importância da anatomia básica da região em questão, as indicações gerais para a realização das radiografias e principais indicações específicas. Para exemplificar a importância do diagnóstico também foram incluídas imagens radiográficas comparativas. A princípio as limitações que o paciente apresenta na hora da realização do exame não configura em uma contraindicação absoluta. Contudo, o profissional das técnicas radiológicas deve possuir o domínio da anatomia, técnicas radiográficas e criatividade para improvisar e contornar as dificuldades que possam surgir durante a execução do exame.

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JESUS, André Luiz Silva de; PIGOSSO, Hugo Leonardo. Indicações e Contraindicações para Radiografias do Complexo Articular do Ombro e Úmero. Santos: Centro Universitário Lusíada, 2013. 21 slides: color. Slides gerados a partir do software PowerPoint 2013.
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Eficácia da Radiografia com Estresse no Diagnóstico das Lesões Ligamentares Crônicas do Complexo Lateral do Tornozelo

Eficácia da Radiografia com Estresse no Diagnóstico das Lesões Ligamentares Crônicas do Complexo Lateral do Tornozelo

Autor: Márcio Luiz Librelotto Rubin.

Introdução: A entorse do tornozelo com lesão ligamentar é uma patologia muito prevalente nos ambulatórios de traumatologia. Objetivos: Considerando que inúmeros municípios brasileiros não dispõem de aparelhos de ressonância nuclear magnética e devido ao alto custo desse exame, este trabalho avaliou a Radiografia de Estresse (RE) do tornozelo no diagnóstico das lesões ligamentares crônicas do complexo lateral do tornozelo, confirmados através da ressonância nuclear magnética (RNM). Métodos: Foram empregados os dois métodos de diagnóstico em 31 pacientes, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 60 anos, que apresentaram entorse do tornozelo e lesão do complexo lateral do tornozelo retrospectivamente, com mais de 30 dias de evolução e que apresentavam alguma queixa clínica no tornozelo. Resultados: Dos 31 pacientes avaliados, 100% apresentaram lesão do ligamento fíbulo-talar anterior (LFTA) na RNM, e 14 pacientes (45%) apresentaram lesão do ligamento fíbulo-talar anterior e ligamento fíbulo-calcâneo (LFC). Na Radiografia de Estresse, evidenciou-se que 27 pacientes (87%) apresentavam algum grau de lesão ligamentar. Quando se avaliaram os 14 pacientes com lesão no ligamento fíbulo-talar anterior e fíbulo-calcâneo, a RE permitiu um diagnóstico positivo em 13 casos (92,8%). Conclusão: A Radiografia de Estresse é uma metodologia importante e de baixo custo no diagnóstico das lesões crônicas do complexo lateral do tornozelo.

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RUBIN, Márcio Luiz Librelotto. Eficácia da Radiografia com Estresse no Diagnóstico das Lesões Ligamentares Crônicas do Complexo Lateral do Tornozelo. Porto Alegre, 2012. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012.

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