Imaginologia por Radiografias da Mão, Punho, Antebraço e Cotovelo

Imaginologia por RadiografiasAutor: Claudio Souza.

A Anatomia Radiográfica é muito importante na interpretação das estruturas demonstradas em um exame radiográfico. Associar as estruturas anatômicas com a imagem adquirida permite ao profissional das técnicas radiológicas auxiliar o médico solicitante na decisão de executar alguma outra técnica que seja necessária para confirmar ou descartar a hipótese diagnóstica (HD).
Esta aula disponibilizadas pelo tecnólogo e professor Claudio Souza tem como objetivo auxiliar o profissional no aprimoramento de seus conhecimentos através da correlação de anatomia, interpretação radiográfica, algumas das doenças e alterações mais comuns de acordo com a região anatômica estudada.

Para visualizar e baixar a aula clique no título correspondente:

SOUZA, Claudio. Imaginologia por Radiografias da Mão, Punho, Antebraço e Cotovelo. [São Paulo], [s.n], [2013]. 35 slides: color.

Fonte: Claudio Souza

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Atlas de Anatomia Humana em Imagem 4ª Edição

Atlas de Anatomia em Imagem 4ª EdiçãoAutores: Jamie Weir; Peter H. Abrahams; Jonathan D. Spatt; Lonie R. Salkowski.

O guia de radiologia perfeito para o conhecimento pleno e tridimensional da anatomia humana. Apresenta legendas e dísticos completamente revistos e mais de 60% de imagens novas vistas em corte transversal de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, angiografia, ultrassonografia, anatomia fetal, anatomia em radiografias simples, medicina nuclear, e outras mais com a melhor resolução para a maior parte das vistas anatômicas mais utilizadas.

Principais Características:

  • Reflete a prática radiológica e anatômica atual por meio de capítulos reorganizados sobre o abdome e a pelve, incluindo um capítulo novo sobre radiologia em cortes transversais;
  • Cobre várias técnicas de imagem comuns e modernas incluindo uma seção inteiramente nova sobre Medicina Nuclear para visualização das estruturas anatômicas, o que aperfeiçoa a compreensão baseada em imagens e dissecações;
  • Inclui instantâneos de imagens 3D que ajudam no entendimento visual das imagens em movimento;
  • Apresenta desenhos de orientação que auxiliam na compreensão das diferentes vistas e orientações nas imagens, com tabelas de datas de ossificação para o desenvolvimento ósseo;
  • Apresenta imagens com dísticos numerados para facilitar a observação e ajudar na autoavaliação.

Para visualizar uma amostra do livro acesse:

WEIR, Jamie. et al. Atlas de Anatomia Humana em Imagem. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

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Anatomia Radiográfica das Vias Aéreas Superiores e Tórax

Autor: André Luiz Silva de Jesus.

As radiografias de tórax são as mais comuns dentre todos os procedimentos radiológicos. Os alunos de Radiologia, normalmente, iniciam  sua experiência clínica realizando radiografias de tórax. Entretanto, antes de principiá-la é importante aprender e compreender a anatomia do tórax, incluindo as relações de interesse  de toda a anatomia interna da cavidade torácica.
O tórax é a porção superior do tronco entre o pescoço  e o abdome. A anatomia radiológica do tórax é dividida em três seções: a caixa torácica, o sistema respiratório propriamente dito e o mediastino.

Radiografia das Vias Aéreas Superiores

As radiografias em AP e perfil das vias aéreas superiores permitem a visualização da traqueia e da laringe repletas de ar.  A radiografia em AP (fig. 1) mostra uma coluna de ar  principalmente na região superior da traqueia, conforme se observa na metade inferior da radiografia (área escura, setas). Algumas dilatações ou outras anomalias do timo ou da tireoide podem ser demonstradas em tais radiografias, assim como a própria doença no interior das vias aéreas.fig. 1A radiografia em perfil (fig. 2) mostra a traqueia e a laringe preenchidas de ar (A), a região do esôfago (B) e as posições em relação uns aos outros. Observe que o esôfago está localizado posteriormente em relação à traqueia. A posição da glândula tireoide (C) também é evidenciada. fig. 2

Radiografia do Tórax em PA

Uma enorme quantidade de informações médicas são obtidas a partir da radiografia de tórax com exposição adequada e cuidadosamente posicionada. Embora os fatores técnicos sejam direcionados para otimizar a visualização dos pulmões e outras partes moles, o tórax ósseo pode também ser visto; assim como as clavículas, escápulas e arcos costais, através de um estudo cuidadoso da radiografia de tórax (fig. 1). O esterno e as vértebras torácicas estão superpostas junto às estruturas mediastinais como o coração e os grandes vasos, logo não são bem visualizados na radiografia de tórax em PA.
Os pulmões e a traqueia (fig. 3, com contorno pontilhado, A), são bem expostos, embora os brônquios em geral não apresentem a mesma condição. A primeira parte do sistema respiratório, a laringe, localiza-se normalmente acima da borda superior da radiografia e não pode ser vista. O coração, os grandes vasos sanguíneos e o diafragma já são bem evidentes.

fig. 3

Pulmões

As partes radiograficamente importantes dos pulmões (fig. 3) são as seguintes:
O ápice (B) de cada pulmão é a área redonda superior acima do nível das clavículas. Os ápices pulmonares estendem-se até a área do pescoço inferior no nível de T1 (primeira vértebra torácica).  Essa parte importante deve ser incluída nas radiografias de tórax.
carina (C) é mostrada no ponto de bifurcação, a margem mais baixa da divisão da traqueia em brônquios direito e  esquerdo.
base (D) de cada pulmão é a área côncava mais baixa de cada pulmão que repousa sobre o diafragma (E).
O ângulo costofrênico (F) refere-se à ponta mais baixa de cada pulmão, onde o diafragma encontra as costelas. No posicionamento para radiografias de tórax, é fundamental conhecer as posições relativas às partes mais altas (ápices) e mais baixas dos pulmões (ângulos costofrênicos), para assegurar que essas regiões estejam incluídas.
hilo (G), também conhecido como a região da raiz, é a área central de cada pulmão, onde os brônquios, vasos sanguíneos, linfáticos e os nervos entram e saem dos pulmões.

Radiografia do Tórax em Perfil

A radiografia de tórax em perfil (fig. 4) é capaz de demonstrar  que uma parte do lobo inferior (D) estende-se acima do nível do hilo (C) posteriormente, ao passo que uma parte do lobo superior (B) estende-se abaixo do hilo anteriormente. A porção posterior do diafragma é a região mais inferior do órgão.
O pulmão direito é, em geral, cerca de 2,5 centímetros mais curto que o pulmão esquerdo. A razão para essa diferença é o grande espaço que o fígado ocupa no abdome superior direito, empurrando o hemidiafragma direito. Os hemidiafragmas direito e esquerdo (F) são observados na radiografia do tórax em perfil (fig. 4).

fig. 4

Referência:

JOHNSON, Nancy. Tórax. In: BONTRAGER, Kenneth L.; LAMPIGNANO, John P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

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Netter – Anatomia em Imagens Essencial

Netter - Anatomia em Imagens EssencialAutores: Edward C. Weber; Joel A. Vilensky; Stephen W. Carmichel.

Entenda facilmente o contexto clínico da anatomia através de excelentes ilustrações e imagens modernas.

Este livro une as imagens radiológicas – incluindo reconstruções avançadas – ao trabalho artístico primoroso do mestre das ilustrações médicas: Frank H. Netter, MD. Esta combinação poderosa revela a complexidade do corpo humano com extrema clareza, oferecendo uma experiência de aprendizado clínico muito interessante e significativa.

  • Apresenta desenhos anatômicos lado a lado com imagens radiológicas (TC, RM, radiografia e ultrassom) que melhor mostram como a anatomia ilustrada nos desenhos pode ser reconhecida na rotina clínica dos exames de imagem;
  • Apresenta texto conciso permitindo o acesso rápido e conveniente aos conhecimentos-chave radiológicos e anatômicos associados às imagens e ilustrações coloridas.
  • Inclui uma breve descrição da radiologia básica junto com reconstruções de imagens – e uma lista das abreviações mais comuns que promovem a base para o conhecimento das imagens apresentadas.

As partes do corpo são diferenciadas por cores usando a mesma codificação do Netter Atlas de Anatomia Humana 4ª edição, com referências ao Atlas nas legendas das ilustrações para comparações rápidas entre os livros e enriquecimento de seus estudos. Esta referência única é um guia perfeito para a compreensão do contexto clínico da anatomia normal.

Para visualizar uma amostra do livro acesse:

WEBER, Edward C.; VILENSKY, Joel A.; CARMICHEL, Stephen W. Netter – Anatomia em Imagens Essencial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

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Interpretação em Diagnóstico por Imagem

Interpretação em Diagnóstico por ImagemAutores: Alfredo Rafael Velillas Milán; Manuel Sanz Marín.

A característica mais constante da natureza é sua continuidade indeterminada. Com a morfologia não é diferente. Sendo assim, podemos abandonar a ideia de modelos anatomopatológicos bem definidos,  com um começo e fim. Se algo deve ser aprendido desde cedo no Diagnóstico por Imagem é que qualquer lesão pode assemelhar-se a outras. Não existe uma avaliação adequada que permita visualizar uma alteração radiológica e um diagnóstico sobre tudo quando a preocupação refere-se a lesões encontradas precocemente.

A definição de normalidade em Diagnóstico por Imagem, como qualquer outra coisa na Biologia é muito complexa. Sendo uma disciplina qualitativa, uma definição direta, baseada, por exemplo, em modelos matemáticos de qualquer natureza torna-se inadequada. A definição geral seria a baseada na anatomia ideal, mas isso é simplesmente impossível, pois existem muitas variações, como idade, peso, altura e estilo de vida. Assim, a definição mais aceita e que mais se adequa às necessidades médicas, consiste em uma série de descobertas onde é provável ou não a existência de uma lesão.

O foco da interpretação e consequentemente das indicações, reside em conhecer quais são as perguntas que podem ser respondidas pelo método. Os achados radiológicos fornecem, juntamente com outros exames complementares, dados que possuem valor diagnóstico. E são estes dados que confirmam o laudo radiológico. A busca de conexões entre esses dados constitui-se também na melhor forma de visualização e interpretação de qualquer exame, não importando a parte do corpo. Por isso o conhecimento da anatomia humana e suas variantes são indispensáveis.

O Diagnóstico por Imagem deve aproveitar-se ao máximo do contexto em que pode projetar todo o seu potencial de informação, que é a de confirmar a existência de uma lesão através de uma hipótese diagnóstica. Por outro lado, dados quantitativos em que são baseadas a maioria das análises estatísticas quase sempre refletem valores mais altos de sensibilidade e especificidade. Com isso, o Diagnóstico por Imagem não deve ser considerado, isoladamente, como um exame definitivo, ele deve sempre estar acompanhado de outros exames e anamnese para a conclusão diagnóstica.

Referência:

MILÁN, Alfredo Rafael Velillas; MARÍN, Manuel Sanz.  Atlas Básico de Anatomía Radiológica. Barcelona: MRA Ediciones, [2009]. 1 CD-ROM.

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