Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada

Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada

Autores: Marcos Eugênio Silva Abrantes; Warley Ferreira Felix; Giovanni Antônio Paiva de Oliveira; Arno Heeren de Oliveira; Leonardo Galeazzi Stoppa; Omir Antunes Paiva.

Este trabalho tem finalidade de produzir informações para implantação da qualidade de imagens em um setor de radiologia baseado em avaliações prévias das imagens por questionários, de aceitação e qualidade, como etapa de reconhecimento dos parâmetros empregados nas técnicas radiográficas. Após esta investigação os dados levantados foram divididos por grupo masculino, feminino, espessura PA e PF, índice de massa corporal, tipos de biótipos, parâmetros antropofórmicos, avaliação corporal associados às constantes na tensão e filtração adicional. Os resultados apresentam a predominância da constante 35 e 40 com filtração adicional de 0,5 a 1,5 mmAl, tensão para o gênero masculino (PA e PF) de 86 a 92 kV e 96 a 112 kV, tensão para o gênero feminino de 85 a 98 kV e 96 a 112 kV, respectivamente. A carga aplicada ao tubo para o gênero masculino (PA e PF) está entre 5 a 10 mAs e 5 a 16 mAs e para o gênero feminino (PA e PF) está entre 6,3 a 8 mAs e 9 a 14 mAs.

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ABRANTES Marcos Eugênio Silva Abrantes. et. al. Individualização das Técnicas Radiográficas em Radiologia Computadorizada. Brazilian Journal of Radiation Sciences, Recife, v. 3, n. 2, p. 1-12, 2015.

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Compliance e Liderança: A Suscetibilidade dos Líderes ao Risco de Corrupção nas Organizações

Compliance e Liderança - A Suscetibilidade dos Líderes ao Risco de Corrupção nas Organizações

Autores: Renato Almeida dos Santos; Arnoldo José de Hoyos Guevara; Maria Cristina Sanches Amorim; Ben-Hur Ferraz-Neto.

No campo da gestão organizacional, o termo “compliance” designa o conjunto de ações para mitigar o risco e prevenir corrupção. Os programas são compostos por sistemas de controles formais, códigos de ética, ações educativas, ouvidorias e canais de denúncia – para citar os mais recorrentes, que variam de acordo com o setor, a cultura institucional e a estratégia. A liderança tem papel fundamental no processo de compliance, não apenas pelo poder de implementá-lo, mas precisamente por exercer o poder, em si, objeto das reflexões sobre ética. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a suscetibilidade dos líderes ao risco de descumprimento das regras organizacionais que envolvem aspectos éticos. Para a pesquisa quantitativa, utilizamos análise estatística social e descritiva de dados secundários cedidos pela ICTS Global, empresa especializada na redução de riscos. A pesquisa analisada trata de amostra não probabilística por conveniência, realizada entre os anos de 2004 e 2008, com funcionários e candidatos de 74 empresas privadas situadas no Brasil. O número final de indivíduos pesquisados totalizou 7.267. Os indicadores analisados estão contidos no índice de percepção moral de entendimento da visão do indivíduo frente a hipóteses de conflitos éticos. De acordo com as informações obtidas pela pesquisa, os líderes são mais dispostos à quebra do compliance. Paradoxalmente, os dados também mostram que líderes têm maior lealdade às organizações, levantando a hipótese de que disposição à integridade moral e lealdade à organização não são condutas simultâneas, necessariamente (é possível que, motivado pela lealdade, um líder rompa com princípios individuais). Apoiados nos dados e nas referências bibliográficas, nossas considerações finais apontam para a importância de serem considerados os sistemas a partir dos quais a liderança é recrutada, remunerada, promovida, desenvolvida etc., quando da prevenção da corrupção. Nossos dados não mostram que líderes sejam mais corruptos, mas que apresentam maior disposição à flexibilizar princípios nas circunstâncias profissionais.

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SANTOS, Renato Almeida dos. et. al. Compliance e Liderança: A Suscetibilidade dos Líderes ao Risco de Corrupção nas Organizações. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 1, p. 1-10, jan./ mar. 2012.

In English: Compliance and Leadership: The Susceptibility of Leaders to the Risk of Corruption in Organizations.

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Perfil Clínico e Mamográfico das Pacientes com Câncer de Mama Tratadas Cirurgicamente

Perfil Clínico e Mamográfico das Pacientes com Câncer de Mama Tratadas Cirurgicamente

Autores: Raquel Rodrigues Muradas; Maria Teresa Aquino de Campos Velho; Itamar dos Santos Riesgo; Alexandre Duarte Brum; Raquel Montagner Rossi; Julia Mottecy Piovezan; Melania Lacerda.

Objetivo: analisar o perfil epidemiológico, clínico e mamográfico de mulheres com câncer de mama atendidas no ambulatório de mastologia do Hospital Universitário de Santa Maria (UFSM) e submetidas à cirurgia de mama no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2012. Métodos: estudo de prevalência realizado de modo transversal, após ter sido aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Foram realizadas revisões dos prontuários das pacientes. As informações obtidas foram transpassadas para um programa de análise estatístico, o Minitab 14.1. Resultados: o perfil das pacientes, encontrado no estudo, mostrou que elas eram, na maioria, naturais ou procedentes de Santa Maria (respectivamente 11,1%, n=16, e 26,3%, n=68). Elas tinham 55,6 anos (DP±12,3), eram brancas (90,2%, n=213), gestaram, amamentaram, não eram tabagistas, mas estavam com sobrepeso (IMC médio de 27 kg/m2). No exame físico do primeiro atendimento, essas pacientes, conforme descrito no prontuário, tinham nódulo palpável (81,1%, n=184) com mais de 3 cm na mama esquerda, precisamente no quadrante lateral superior (41,4%, n=81). Na mamografia (39%, n=109), esse nódulo foi classificado como BI-RADS® 5 (40%, n=81). No exame histopatológico, o nódulo foi diagnosticado como câncer do tipo ductal invasor (71,1%, n=191). A cirurgia foi, em geral, uma mastectomia radical (84,7%, n=236) com esvaziamento axilar (92,5%, n=222). Conclusão: concluiu-se que algumas das características epidemiológicas, clínicas e mamográficas citadas acima assemelharam-se com a literatura revisada. No entanto, essas pacientes apresentavam câncer de mama em estádio avançado e foram submetidas a uma técnica cirúrgica não conservadora.

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MURADAS, Raquel Rodrigues. et. al. Perfil Clínico e Mamográfico das Pacientes com Câncer de Mama Tratadas Cirurgicamente. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 61, n. 3, p. 220-226, maio/ jun. 2015. (Texto em inglês).

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Radioterapia Adjuvante Versus Vigilância após Prostatectomia Radical em Câncer de Próstata de Alto Risco

Radioterapia Adjuvante Versus Vigilância após Prostatectomia Radical em Câncer de Próstata de Alto Risco

Autores: Andrea Petruzziello; Massakazu Kato; Lais Cristine Nienkotter; Luis Felipe Matiusso de Souza; Luiz Antônio Negrão Dias; Murilo Luz.

Objetivo: comparar resultados clínicos e bioquímicos de pacientes com câncer de próstata de alto risco submetidos à prostatectomia radical, tratados com radioterapia adjuvante (RA) ou vigilância. Métodos: foram avaliados os pacientes tratados com prostatectomia radical, entre janeiro de 1995 e dezembro de 2005. Pacientes que apresentaram pT3, com ou sem margens cirúrgicas positivas, foram incluídos para análise. Foram registrados dados demográficos, clínicos, patológicos e de seguimento. Foram comparados os resultados entre o grupo que recebeu RA e o grupo em vigilância. O desfecho principal avaliado foi a sobrevida livre de progressão bioquímica. Resultados: entre os 739 pacientes tratados com prostatectomia radical, 49 apresentaram tumores pT3, com ou sem margens cirúrgicas positivas. Trinta e nove receberam RA e 10 foram submetidos à vigilância. O seguimento médio foi de 6,2 anos para a RA e de 7,3 anos para a vigilância. Houve progressão bioquímica em 12,8% dos pacientes no grupo RA e em 70%, no grupo da vigilância (p=0,0008). A sobrevida livre de progressão bioquímica em 5 anos foi de 87,1% na RA e 30% na vigilância (HR 0,12, IC95% 0,03-0,48 – p<0,0001). Terapia hormonal de resgate foi necessária em 2,6% dos pacientes na RA e em 30% na vigilância (p=0,023). Conclusões: a radioterapia adjuvante após prostatectomia radical em pacientes com câncer de próstata de alto risco ofereceu melhores resultados bioquímicos. Ainda não está claro se isso se traduz em uma evolução clínica melhor.

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PETRUZZIELLO, Andrea. et. al. Radioterapia Adjuvante Versus Vigilância após Prostatectomia Radical em Câncer de Próstata de Alto Risco. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 61, n.4, p. 324-328, jul./ ago. 2015. (Texto em inglês).

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A Importância da Elastografia Mamária Adicionada à Classificação, Segundo o Léxico BI-RADS® (5ª Edição)

A Importância da Elastografia Mamária Adicionada à Classificação, Segundo o Léxico BI-RADS® (5ª Edição)Autor: Eduardo de Faria Castro Fleury.

Objetivo: investigar o impacto da adição da descoberta da elastografia das lesões mamárias à classificação segundo o léxico BI-RADS®. Métodos: estudo retrospectivo com 955 pacientes consecutivas, submetidas à biópsia mamária percutânea no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2012. Foram excluídas 26 pacientes que apresentaram lesão não nodular ao ultrassom convencional. As lesões foram classificadas conforme proposta da 5ª edição do léxico BI-RADS®, que inclui os achados de elastografia. A classificação BI-RADS® é baseada nos mesmos critérios propostos pelo autor, que classifica as lesões como macias, intermediárias e rígidas. Resultados: a adição dos achados da elastografia ao léxico BI-RADS® melhorou a sensibilidade (S), a especificidade (E) e a acurácia diagnóstica (AD) do ultrassom na avaliação das lesões mamárias, de 93.85, 72.07 e 76.64% para 95.90, 80.65 e 91.39%, respectivamente. Conclusão: os achados sugerem que a adição dos achados da elastografia ao léxico BI-RADS® pode melhorar a S, a E e a AD do ultrassom no rastreamento de lesões mamárias.

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FLEURY, Eduardo de Faria Castro. A Importância da Elastografia Mamária Adicionada à Classificação, Segundo o Léxico BI-RADS® (5ª Edição). Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 61, n. 4, p. 313-316, jul./ ago. 2015. (Texto em inglês).

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Câncer de Mama: Novidades no Diagnóstico e no Tratamento

Câncer de Mama - Novidades no Diagnóstico e no Tratamento

Autores: Afonso Celso Pinto Nazário; Gil Facina; José Roberto Filassi.

Os autores discutem as principais novidades no diagnóstico e no tratamento do câncer de mama, particularmente no diagnóstico por imagem, no rastreamento e nas terapêuticas locorregional e sistêmica.

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NAZÁRIO, Afonso Celso Pinto; FACINA, Gil; FILASSI, José Roberto. Câncer de Mama: Novidades no Diagnóstico e no Tratamento. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 61, n. 6, p. 543-552, nov./ dez. 2015.

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Câncer de Colo do Útero: O que Há de Novo?

Câncer de Colo do Útero - O que Há de Novo

Autores: José Carlos Sadalla; Jurandyr Moreira de Andrade; Maria Luiza Nogueira Dias Genta; Edmund Chada Baracat.

O câncer de colo uterino é o câncer ginecológico mais frequente em nosso meio. Entre as mulheres, é o segundo mais frequente, atrás apenas do câncer de mama. É a quarta causa de morte por câncer no Brasil, com estimativa de 15.590 casos novos (2014) e com 5.430 mortes (2013). No intuito de atualizar informações para a melhora do prognóstico, redução da morbidade e otimização do tratamento dessa neoplasia, serão abordados neste artigo os avanços nos conhecimentos sobre o câncer cervical. Entre os temas apresentados, estão o papel da cirurgia nos diferentes estádios, o tratamento dos carcinomas localmente avançados, a preservação da fertilidade, o papel da técnica do linfonodo sentinela, indicações e técnicas da radio e quimioterapia, além de situações especiais.

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SADALLA, José Carlos. et. al. Câncer de Colo do Útero: O que Há de Novo? Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 61, n. 6, p. 536-542, nov./ dez. 2015. (Texto em inglês).

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