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O Ensino da Radiologia na Graduação Médica

O Ensino da Radiologia na Graduação Médica

Autores: Luciana Mendes Araújo Borém; Maria Fernanda Santos Figueiredo Brito; Ana Maria Vitrícia de Souza; Luís Paulo Souza e Souza; Fernando Talma Rameta Gonçalves Barbosa; Romerson Brito Messias; Tatiana Carvalho Reis Martins; Silvânia Paiva Santos; João Felício Rodrigues Neto.

O rápido desenvolvimento tecnológico e científico na área de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, o seu papel crescente no cuidado do paciente e no custo da medicina trazem um desafio aos educadores da área médica. Este estudo objetiva compreender o papel da radiologia na prática médica atual e refletir sobre o seu ensino nos cursos de graduação. Trata-se de uma revisão crítica da literatura, realizada em 2011 nas bases de dados BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), Pubmed (U.S. National Lybrary of Medicine) e Scielo (Scientific Eletronic Library Online). Os resultados evidenciam a falta de padronização do ensino de radiologia nas instituições e apontam para a necessidade de reavaliação dos currículos médicos para se garantir o uso racional, consciente e eficaz dos recursos de imagem, com benefícios para o médico, para o paciente e para o sistema de saúde. Sugerem, ainda, que o estudante deve ser preparado para indicar corretamente exames de imagem, interpretar aqueles mais simples e solicitados em situações de urgência, além de compreender o laudo radiológico. Práticas contemporâneas de gestão de conhecimento sugerem estratégias para a formação profissional.

Para visualizar o artigo completo acesse:

BORÉM, Luciana Mendes Araújo; et. al. O Ensino da Radiologia na Graduação Médica. Revista Norte Mineira de Enfermagem, Montes Claros, v. 3, n. 2, p. 64-78, 2014.

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Estimativa do Peso Fetal Através da Utilização da Ultrassonografia

Estimativa do Peso Fetal Através da Utilização da Ultrassonografia

Autores: Alessandra L. C. Magalhães; Dailson Damian da Silveira Pereira; Nilson Ramires de JesúsAlexandre José Baptista Trajano.

Os riscos perinatais das alterações do crescimento fetal já estão bem estabelecidos; o peso ao nascer é, portanto, um importante parâmetro preditivo da morbidade e da mortalidade perinatal, e sua correta estimativa, uma importante ferramenta na boa prática obstétrica. Os erros na estimativa do peso fetal na ultrassonografia bidimensional (USG2D), mesmo em condições ideais, podem variar de 7 a 10 %, podendo chegar a 14%, o que aumenta o risco de insucesso nas situações extremas, tornando clara a necessidade de melhora na precisão da sua estimativa. Assim, este estudo tem por objetivo realizar uma revisão da literatura acerca da estimativa ultrassonográfica do peso fetal, na busca de métodos com melhor acurácia e que possam influenciar positivamente a prática clínica. Os erros na estimativa de peso fetal na USG2D, notadamente próximo ao termo, se devem, em parte, porque não é possível medir o compartimento muscular e o tecido celular subcutâneo com essa tecnologia, e as variações nestes compartimentos são responsáveis por 46% das alterações do peso ao nascer. Atualmente, há evidências de que a volumetria de membros fetais associada às medidas bidimensionais é o melhor preditor da estimativa de peso fetal, apresentando margem de erro de 6 a 7%. Vários estudos têm utilizado tais parâmetros, obtendo-se resultados mais fidedignos que com as fórmulas tradicionais utilizadas pela USG2D. No entanto, a literatura permanece controversa com relação ao tema, havendo trabalhos que questionem a superioridade do método. Considerando-se que, no acompanhamento de uma gestação, notadamente as de alto risco, a avaliação do peso fetal é um importante parâmetro avaliado, ressalta-se a relevância na busca de métodos com melhor acurácia, o que pode incluir a incorporação de medidas volumétricas.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

MAGALHÃES, Alessandra L. C.; et. al. Estimativa do Peso Fetal Através da Utilização da Ultrassonografia. Revista HUPE, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p. 40-47, jul./ set. 2014.
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Utilização da Tomografia Computadorizada para o Diagnóstico da Articulação Temporomandibular

Utilização da Tomografia Computadorizada para o Diagnóstico da Articulação Temporomandibular

Autores: Olívia dos Santos Silveira; Fernanda Cristina Santos Silva; Carlos Eduardo Neves de Almeida; Fabrício Mesquita Tuji; Paulo Isaias Seraidarian; Flávio Ricardo Manzi.

A tomografia computadorizada desempenha um papel importante no diagnóstico de anomalias e condições patológicas da ATM, permitindo a visualização completa da região articular, fornecendo um diagnóstico mais preciso. Para avaliação das imagens tomográficas é necessário que o profissional tenha o conhecimento da anatomia seccional da região articular, para que o mesmo reconheça as alterações estruturais. Assim, foi exposto e descrito neste trabalho as características tomográficas de normalidade, alterações morfológicas e condições patológicas mais encontradas na região da articulação temporomandibular. Sendo a tomografia computadorizada um exame de imagem superior aos métodos convencionais de imagem para ATM, pois permite uma visualização tridimensional adequada e apurada de todos os detalhes ósseos sem a limitação das sobreposições, fornecendo o tamanho e formato real das estruturas anatômicas, alterações morfológicas e condições patológicas.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVEIRA, Olívia dos Santos; et. al. Utilização da Tomografia Computadorizada para o Diagnóstico da Articulação Temporomandibular. Revista CEFAC, São Paulo, v. 16, n. 6, p. 2053-2059, nov./ dez. 2014.
(Tamanho: 1,03 MB)

In English: Use of CT for Diagnosing Temporomandibular Joint.

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