Prevalência de Metástases Exclusivas em Membros Inferiores em Exames de PET/TC com 18F-NaF

Prevalência de Metástases Exclusivas em Membros Inferiores em Exames de PET-TC com 18F-NaF

Autores: Monique Beraldo Ordones; Agnes Araujo Valadares; Paulo Schiavom Duarte; Heitor Naoki SadoMarcos Santos Lima; Giovanna Carvalho; Marcelo Tatit Sapienza; Carlos Alberto Buchpiguel.

Objetivo: Avaliar a prevalência de metástases exclusivas em membros inferiores, subdivididas em lesões femorais e abaixo dos joelhos, em exames de PET/TC com 18F-NaF. Materiais e Métodos: Mil exames consecutivos foram retrospectivamente avaliados para a presença de captações exclusivas em membros inferiores sugestivas de comprometimento metastático. Os diagnósticos presuntivos dessas captações foram posteriormente obtidos pela avaliação de outros exames realizados. Resultados: Não foram observadas captações exclusivas sugestivas de metástases abaixo dos fêmures na nossa casuística. Foi observada captação exclusiva no terço superior do fêmur com diagnóstico de metástase em dois pacientes. Conclusão: A prevalência de metástase exclusiva abaixo dos fêmures é baixa e a realização do exame da cabeça até os joelhos é adequada na maioria dos casos.

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ORDONES, Monique Beraldo. et. al. Prevalência de Metástases Exclusivas em Membros Inferiores em Exames de PET/TC com 18F-NaF. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 143-147, maio/ jun. 2015.
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In English: Prevalence of Exclusive Lower Extremity Metastases at 18F-NaF PET/CT.

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Estudo Ultrassonográfico e Dopplervelocimétrico dos Rins e Fígado Maternos na Gravidez de Baixo Risco

Estudo Ultrassonográfico e Dopplervelocimétrico dos Rins e Fígado Maternos na Gravidez de Baixo Risco

Autores: Cibele Helena Daher; Andrea Cavalanti Gomes; Sergio Kobayashi; Giovanni Guido Cerri; Maria Cristina Chammas.

Objetivo: Estudo longitudinal, ultrassonográfico com modo B e Doppler, dos rins e fígado maternos na gravidez de baixo risco, para estabelecer, quantificar parâmetros de normalidade e correlacioná-los com as modificações fisiológicas. Materiais e Métodos: Foram examinadas 25 gestantes, realizando-se quatro exames em cada paciente no primeiro, segundo e terceiro trimestres de gravidez e no pós-parto. Resultados: Na gravidez houve aumento do volume renal, dilatação pielocalicinal em 45,4% no rim direito e 9% no rim esquerdo, incidência de litíase renal em 18,1% no rim direito e 13,6% no rim esquerdo. Com dilatação pielocalicinal, o valor médio dos índices de resistividade nas artérias renais foi 0,68; nas segmentares, 0,66; nas interlobares, 0,64; e nas arqueadas, 0,64. Sem dilatação pielocalicinal, o valor nas artérias renais foi 0,67; nas segmentares, 0,64; nas interlobares, 0,63; e nas arqueadas, 0,61. As velocidades de fluxo da veia porta apresentaram valores maiores na gravidez, com valor médio da velocidade máxima de 28,9 cm/s e no pós-parto de 22,6 cm/s. O padrão da onda da veia hepática direita apresentou modificações que persistiram no pós-parto em 31,8%. Colelitíase foi observada em 18,1%. Conclusão: Mostraram-se significantes as alterações do volume renal, dilatações pielocalicinais, litíase renal, colelitíase, mudanças nas velocidades de fluxo da veia porta e alterações no padrão da onda da veia hepática direita.

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DAHER, Cibele Helena. et. al. Estudo Ultrassonográfico e Dopplervelocimétrico dos Rins e Fígado Maternos na Gravidez de Baixo Risco. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 135-142, maio/ jun. 2015.
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In English: Ultrasonographic Study and Doppler Flow Velocimetry of Maternal Kidneys and Liver in Low-Risk Pregnancy.

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A Importância da Imagem na Avaliação da Tuberculose Abdominal

A Importância da Imagem na Avaliação da Tuberculose Abdominal

Autor: Antonio Luis Eiras de Araujo.

A tuberculose é uma infecção com ampla prevalência mundial, sendo considerada um problema de saúde global pela Organização Mundial da Saúde. Atualmente, é considerada a mais importante doença transmissível no mundo todo. Sua disseminação ultrapassa os limites dos países do terceiro mundo. Os casos de tuberculose vêm aumentando também em países desenvolvidos, principalmente pela imigração entre nações, em consequência da síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA) e pelo uso de drogas imunossupressoras. Para se ter uma ideia da disseminação desta infecção, acredita-se que metade da população já teve algum tipo de contato com o bacilo da tuberculose e que mais de 10 milhões de casos são diagnosticados a cada ano. O tema, portanto, é de grande importância de saúde pública e os estudos científicos sobre a tuberculose com frequência contribuem para um melhor entendimento dessa entidade, como também para uma definição de condutas para o seu controle e tratamento.

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ARAUJO, Antonio Luis Eiras de. A Importância da Imagem na Avaliação da Tuberculose Abdominal. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 7. maio/ jun. 2015.
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In English: Relevance of Imaging in the Evaluation of Abdominal Tuberculosis.

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Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Ressonância Magnética de Corpo Inteiro - Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada

Autor: Bruno Hochhegger.

As vantagens da ressonância magnética de corpo inteiro (RMCI) residem particularmente na ausência de radiação ionizante, com especial importância em imagem pediátrica, em razão do aumento da sensibilidade das crianças à radiação ionizante. Outra importante vantagem baseia-se na elevada acurácia da RMCI em estudar a medula óssea, órgãos sólidos, e na resolução superior de contraste nos tecidos moles, quando comparada a outras técnicas. Há interesse particular no seu papel no campo da oncologia pediátrica (por exemplo: linfoma, neuroblastoma, sarcoma e células de Langerhans). As principais desvantagens da RMCI são os seus tempos de exame relativamente longos e artefatos de movimento (que requerem a cooperação do paciente ou anestesia geral). No entanto, os avanços nas técnicas de computação e de imagem, incluindo sequências adicionais (saturação de gordura, imagem ponderada em difusão e uso de realce por gadolínio) estão reduzindo o impacto de alguns destes desafios.

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HOCHHEGGER, Bruno. Ressonância Magnética de Corpo Inteiro: Uma Técnica Eficaz e Pouco Utilizada. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 48, n. 3, p. 9-10. maio/ jun. 2015.
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In English: Whole-Body Magnetic Resonance Imaging: An Effective and Underutilized Technique.

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Os Meios de Contraste e a Amamentação

Os Meios de Contraste e a Amamentação

Autora: Bruna Garbugio Dutra.

O conhecimento sobre os meios de contraste está cada vez mais se ampliando, principalmente decorrente do seu uso frequente na prática clínica. Um grupo particular de pacientes que muitas vezes gera controvérsia na rotina de um serviço de Diagnóstico por Imagem é o das lactantes, pois já é bem estabelecido que existe a excreção do contraste através do leite materno e que parte dele é absorvido pelo trato gastrointestinal (TGI) do lactente. Diante disso, na prática radiológica e clínica, surgem diversas dúvidas em relação a esse assunto. Baseando-se em dados da literatura, algumas questões serão esclarecidas a seguir.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

DUTRA, Bruna Garbugio. Os Meios de Contraste e a Amamentação. Jornal da Imagem, São Paulo, ed. 443, p. 17, jul. 2015.
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Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos

Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos

Autores: Flavio Belmont Del Nero; Cristiane Regina Ruiz; Roberto Aliaga Junior.

Objetivo: Verificar a prevalência do músculo sóleo acessório em humanos e em relação ao gênero. Métodos: Foram observadas 154 imagens de ressonância magnética do tornozelo em cortes sagitais, coronais e axiais ponderadas em T1. Resultados: Observamos a incidência de 11,6% do músculo sóleo acessório em humanos – 7,8% em indivíduos do gênero masculino e 15,6% em indivíduos do gênero feminino. Conclusão: O músculo sóleo acessório teve incidência de 11,6% nas amostras estudadas e sua presença foi maior em indivíduos do gênero feminino.

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DEL NERO, Flavio Belmont; RUIZ, Cristiane Regina; ALIAGA JUNIOR, Roberto. Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos. Einstein, v. 10, n. 1, p. 79-81, jan./ mar. 2012.
(Tamanho: 310 KB)

In English: The Presence of Accessory Soleous Muscle in Humans.

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Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro

Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria - Passado, Presente e Futuro

Autor: Michael John Brammer.

O primeiro exame de imagem por ressonância magnética (IRM) do corpo humano foi realizado há 35 anos e a ressonância magnética funcional (IMRf) apareceu como ferramenta experimental de imageamento há 20 anos. Quando meus colegas e eu começamos a usar essas duas técnicas, em 1994, no Instituto de Psiquiatria, em Londres, parecia que a IRM estava no limite, mudando radicalmente nossa visão da doença mental, ao nos permitir definir como distúrbios psiquiátricos o que chamamos, com frequência, de “correlatos neurais”. Apenas 10 anos depois, alguns de meus colegas, em um livro intitulado Neuroimagem em Psiquiatria, foram capazes de descrever centenas de artigos publicados que utilizaram a IRM para investigar uma grande variedade de transtornos psiquiátricos. Entretanto, só 6 anos mais tarde, Bullmore et al. alertaram que a Psiquiatria não podia se dar ao luxo de ser “neurofóbica”, e que as abordagens neurocientíficas, como aquelas que usavam a IRM, desempenhavam um papel valioso no desenvolvimento dessa área da medicina. Em torno de 2009, milhares de artigos já tinham aparecido em revistas psiquiátricas de alto impacto, como British Journal of Psychiatry, American Journal of Psychiatry, Archives of General Psychiatry, Molecular Psychiatry e Biological Psychiatry, assim como na Nature e na Science. Mas, claramente, muitos profissionais da comunidade psiquiátrica ainda precisavam se convencer de que a IRM se provava (ou provaria) ser uma ferramenta útil de relevância clínica.

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BRAMMER, Michael John. Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 13-14, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 136 KB)

In English: Magnetic Resonance Imaging and Psychiatry: Past, Present and Future.

 

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