Ressonância Magnética como Auxiliar da Prevenção e Diagnóstico do Acidente Vascular Cerebral – AVC

Ressonância Magnética como Auxiliar da Prevenção e Diagnóstico do Acidente Vascular Cerebral - AVC

Autores: Beatriz Dias de Oliveira; Gabriela Ingrid de Oliveira Anchieta; Kleber do Couto Ferreira.

O exame de Ressonância Magnética (RM) é um grande avanço na história do diagnóstico por imagem na medicina. Sua imagem é obtida através da interação de ondas de rádio e campos magnéticos com os núcleos de hidrogênio. Este método oferece melhor representação dos tecidos moles nos planos anatômicos (sagital, coronal e axial), indicado para avaliação de doenças cerebrovasculares, sendo essencial no diagnóstico do Acidente Vascular Cerebral (AVC) que pode ser isquêmico ou hemorrágico. O AVC é uma doença não transmissível crônica que mais mata no Brasil e a terceira causa de óbito no mundo. Esta doença é causada pela oclusão dos vasos sanguíneos impedindo a passagem de sangue e o fornecimento de oxigênio para o cérebro, causando necrose nos tecidos cerebrais. Com este déficit de sangue, ocorre o Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi). Quando é caracterizado pelo extravasamento de sangue é chamado de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVCh). O exame de RM tem se mostrado a melhor opção para localização exata da lesão causada pelo AVC, por avaliar atividade funcional e alterações do cérebro.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

OLIVEIRA. Beatriz Dias de; ANCHIETA, Gabriela Ingrid de Oliveira; FERREIRA, Kleber do Couto. Ressonância Magnética como Auxiliar da Prevenção e Diagnóstico do Acidente Vascular Cerebral – AVC. Saúde & Ambiente em Revista, Duque de Caxias, v. 7, n. 2, p. 16-22, jul./ dez. 2012.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Importância da Ressonância Magnética no Diagnóstico e Controle da Esclerose Múltipla: Um Estudo com Pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltipla

Importância da Ressonância Magnética no Diagnóstico e Controle da Esclerose Múltipla - Um Estudo com Pacientes da Associação Goiana de Esclerose Mútipla

Autores: Cristiene Costa CarneiroDenise Sisterolli Diniz; Francysdony Flávio Almeida Cruz; Lee Chen Chen.

A esclerose múltipla é uma doença desmielinizante do sistema nervoso central (SNC) caracterizada por manifestar-se através de surtos que evoluem ao acaso e por causa de diagnóstico tardio. O caráter inespecífico dos sintomas é o principal responsável por dificultar o diagnóstico da doença.

Neste trabalho, foi avaliada a contribuição da ressonância magnética no diagnóstico e controle da esclerose múltipla, bem como os dados clínicos e socioeconômicos de pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltipla. No total, foram entrevistados 16 pacientes da associação.

Pelos resultados obtidos, observou-se predominância do sexo feminino e da etnia branca. A maioria dos associados têm idade acima de 40 anos. As condições sócio-econômicas dos pacientes entrevistados em geral são boas. Os sintomas de dormência, desequilíbrio/tonturas e fadiga predominaram como sintomas iniciais. Diante das primeiras manifestações clínicas, 37,5% dos pacientes procuraram um neurologista de imediato. Na primeira consulta, 62,5% dos pacientes não tiveram a devida suspeita clínica. Essa mesma porcentagem foi observada entre os pacientes que receberam tratamento não específico antes de iniciarem o tratamento para esclerose múltipla. Todos os pacientes entrevistados (100%) realizaram a ressonância magnética para complementar a suspeita clínica da doença. Quatro (4) pacientes (25%) afirmaram já ter modificado o tratamento por causa de uma ressonância.

As dificuldades financeiras de uma parcela relevante de pacientes (37,5%) prejudicam a realização desse exame de forma regular. A maioria dos pacientes entrevistados (43,75%) realiza a ressonância por controle a cada ano.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

CARNEIRO, Cristiene Costa. et al. Importância da Ressonância Magnética no Diagnóstico e Controle da Esclerose Múltipla: Um Estudo com Pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltipla. Revista da Universidade Vale do Rio Verde,  Três Corações, v. 11, n. 2, p. 502-516, ago./ dez. 2013.

Artigos relacionados:

 

Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

O Papel da Ressonância Magnética em Doentes com Tumor Vesical

O Papel da Ressonância Magnética em Doentes com Tumor Vesical

Autores: João Magalhães Pina; Rita Nobre Lucas; João Lopes Dias; Luis Campos Pinheiro.

O carcinoma da bexiga é uma das neoplasias mais comuns do aparelho urinário, estando associado e elevada morbilidade e obrigando os doentes a um longo follow‐up recorrendo a métodos invasivos, como a cistoscopia.

O diagnóstico e estadiamento iniciais são dependentes da análise histopatológica de fragmentos recolhidos por biópsia ou resseção transuretral da lesão vesical. No entanto, a taxa de subestadiamento é elevada, tornando necessárias novas cirurgias de re‐estadiamento.

Com os avanços recentes nas técnicas de ressonância magnética, nomeadamente com a utilização da difusão, tornou‐se possível aumentar a taxa de detecção de lesões suspeitas bem como avaliar a sua extensão e infiltração nas várias camadas da parede vesical, melhorando a acuidade do estadiamento. É ainda possível detectar precocemente alterações sugestivas de recidiva ou mesmo progressão tumoral.

Com este trabalho, os autores pretendem fazer uma revisão da literatura existente sobre o papel da ressonância magnética em doentes com tumores vesicais, nomeadamente no seu diagnóstico, estadiamento e follow‐up, como complemento às técnicas atuais existentes.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

PINA, João Magalhães. et al. O Papel da Ressonância Magnética em Doentes com Tumor Vesical. Acta Urológica Portuguesa, v. 32, n. 2, p. 57-63, maio/ set. 2015.

Artigo relacionado:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Equidade do Acesso ao Rastreamento Mamográfico do Câncer de Mama com Intervenção de Mamógrafo Móvel no Sul do Rio Grande do Sul, Brasil

Equidade do Acesso ao Rastreamento Mamográfico do Câncer de Mama com Intervenção de Mamógrafo Móvel no Sul do Rio Grande do Sul, Brasil

Autores: Décio Valente Renck; Fernando Barros; Marlos Rodrigues Domingues; Maria Cristina Gonzalez; Marcelo Leal Sclowitz; Eduardo Lucia Caputo; Laura de Moraes Gomes.

O objetivo foi avaliar um programa de prevenção e diagnóstico precoce de câncer de mama, realizado com uma unidade móvel de mamografia que visitou municípios da região sul do Rio Grande do Sul, Brasil, onde não havia um aparelho de mamografia disponível. As características das mulheres avaliadas pelo mamomóvel foram comparadas com as de mulheres encaminhadas para exame mamográfico na cidade de Pelotas. Com a unidade móvel foram examinadas 8.607 mulheres residentes em 33 municípios da zona sul, e foram identificados 37 casos de câncer de mama (4,7 casos por mil exames realizados). Em Pelotas, foram examinadas 1.312 pacientes, e a prevalência de câncer de mama foi de 6,9 casos por mil exames. A prevalência de casos positivos foi estatisticamente semelhante nos dois grupos, mesmo após o ajuste para possíveis fatores de confusão. A intervenção proposta demonstra que a disponibilização de exames é necessária na prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, determinando a identificação de casos cujos diagnósticos teriam sido retardados se esta unidade não estivesse presente.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

RENK, Décio Valente. et al. Equidade do Acesso ao Rastreamento Mamográfico do Câncer de Mama com Intervenção de Mamógrafo Móvel no Sul do Rio Grande do Sul, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 30, n. 1, p. 88-96, jan. 2014.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

by-nc
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Nódulo Pulmonar Solitário e 18F-FDG PET/CT. Parte 2: Acurácia, Custo-Efetividade e Recomendações Atuais

Nódulo Pulmonar Solitário e 18F-FDG PET-CT. Parte 2 - Acurácia, Custo-Efetividade e Recomendações Atuais

Autores: Marcos Pretto Mosmann; Marcelle Alves Borba; Francisco Pires Negromonte de Macedo; Adriano de Araujo Lima Liguori; Arthur Villarim Neto; Kenio Costa de Lima.

O nódulo pulmonar solitário corresponde a um achado radiológico comum, cuja detecção ocorre frequentemente de forma incidental. A investigação desta entidade permanece complexa, uma vez que existem sobreposições entre as características dos processos benignos e malignos no seu diagnóstico diferencial. Atualmente, muitas estratégias estão disponíveis para a avaliação do nódulo pulmonar solitário, e o objetivo principal consiste em caracterizar da melhor forma possível as alterações benignas, não expondo os pacientes aos riscos de métodos invasivos, e detectar corretamente os casos de câncer de pulmão, não retardando potencial tratamento curativo. O foco deste estudo é revisar a avaliação do nódulo pulmonar solitário, discutindo o papel atual da tomografia por emissão de pósitrons com 18-fluordesoxiglicose, apresentar sua acurácia e custo-efetividade, bem como salientar as recomendações atuais do exame neste cenário.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

MOSMANN, Marcos Pretto. et. al. Nódulo Pulmonar Solitário e 18F-FDG PET/CT. Parte 2: Acurácia, Custo-Efetividade e Recomendações Atuais. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 49, n. 2, p. 104-111, mar./ abr. 2016.

In English: Solitary Pulmonary Nodule and 18F-FDG PET/CT. Part 2: Accuracy, Cost-Effectiveness, and Current Recommendations.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Análise dos Erros de Posicionamento Translacionais em Radiocirurgia Craniana Frame e Frameless com Uso de Objeto Simulador Antropomórfico

Análise dos Erros de Posicionamento Translacionais em Radiocirurgia Craniana Frame e Frameless com Uso de Objeto Simulador Antropomórfico

Autores: Taynná Vernalha Rocha Almeida; Arno Lotar Cordova Junior; Pedro Argolo Piedade; Cintia Mara da Silva; Priscila Marins; Cristiane Maria Almeida; Gabriela R. Baseggio Brincas; Danyel Scheidegger Soboll.

Objetivo: Comparar os erros de posicionamento e erros residuais translacionais tridimensionais de uma radiocirurgia guiada por imagem, frame versus frameless, com uso de um objeto simulador antropomórfico.

Materiais e Métodos: Para a calibração e qualidade do sistema de imagem foram utilizados objetos simuladores específicos. Para o teste hidden target foi utilizado o crânio do objeto simulador antropomórfico Alderson Radiation Therapy (ART)-210, dentro do qual foram inseridas quatro esferas metálicas de 5 mm de diâmetro como volumes alvos de tratamento. Imagens tomográficas foram realizadas com o ART-210 devidamente posicionado para ambos os métodos de imobilização.

Resultados: Para o método frameless, a média foi 0,22 ± 0,04 mm para os erros setup e 0,14 ± 0,02 mm para os erros residuais, apresentando uma incerteza combinada de 0,28 mm e 0,16 mm, respectivamente. Para o método frame, a média foi 0,73 ± 0,14 mm para os erros setup e 0,31 ± 0,04 mm para os erros residuais, apresentando uma incerteza combinada de 1,15 mm e 0,63 mm, respectivamente.

Conclusão: Com base nas médias, desvios-padrão e incertezas combinadas, os resultados mostraram não haver evidências de diferença significativa entre as técnicas em questão quando utilizado um objeto simulador antropomórfico craniano ART-210.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

ALMEIDA, Taynná Vernalha Rocha. et. al. Análise dos Erros de Posicionamento Translacionais em Radiocirurgia Craniana Frame e Frameless com Uso de Objeto Simulador Antropomórfico. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 49. n. 2, p. 98-103, mar./ abr. 2016.

In English: Analysis of Translational Errors in Frame-Based and Frameless Cranial Radiosurgery Using an Anthropomorphic Phantom.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Radioterapia Adjuvante em Câncer de Mama com Balão de 99mTc Comparativo ao Balão HDR 192Ir

Radioterapia Adjuvante em Câncer de Mama com Balão de 99mTc Comparativo ao Balão HDR 192Ir

Autores: Tarcísio Passos Ribeiro de Campos; Carla Flavia de Lima; Ethel Mizrahy Cuperschmid.

Objetivo: Análise dosimétrica comparativa entre técnicas de implantes temporários de reforço por meio de balões de 99mTc e de 192Ir de alta taxa de dose (high dose rate – HDR) mediante simulação computacional. A hipótese é que ambos produzem dosimetria equivalente em condições pré-estabelecidas de atividade e exposição.

Materiais e Métodos: Simulações de implantes com balão preenchido com 99mTc e balão HDR-192Ir foram elaboradas no Siscodes/ MCNP5, modelando em voxels um tórax feminino reproduzido de ressonância magnética de mama jovem. Distribuições espaciais de taxas de dose absorvidas foram geradas. Análises dosimétricas dos protocolos foram apresentadas especificando tempo acumulado e atividade requerida.

Resultados: Implante temporário com balão-99mTc apresentou taxa de dose ponderada no leito do tumor, na adjacência do balão, de 0,428 cGyh-1.mCi-1, e a 8-10 mm distante, de 0,190 cGyh-1.mCi-1, enquanto o implante de balão com 192Ir apresentou 0,499 e 0,150 cGyh-1.mCi-1, respectivamente. A exposição de 24 horas para balão-99mTc foi necessária para produzir o reforço de 10,14 Gy com 1,0 Ci, ao passo que para balão HDR-192Ir foram necessários 24 minutos com segmentos de 10,0 Ci para gerar 5,14 Gy no mesmo ponto de referência, ou 10,28 Gy em duas frações de 24 minutos.

Conclusão: Implante temporário com balão-99mTc é atrativo para a radioterapia adjuvante do câncer de mama, devido a disponibilidade, viabilidade econômica e equivalência radiodosimétrica ao balão HDR-192Ir, protocolo presente na prática clínica.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

CAMPOS, Tarcísio Passos Ribeiro de; LIMA, Carla Flavia de; CUPERSCHMID, Ethel Mizrahy. Radioterapia Adjuvante em Câncer de Mama com Balão de 99mTc Comparativo ao Balão HDR 192Ir.  Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 49, n. 2, p. 92-97, mar./ abr. 2016.

In English: Balloon-Based Adjuvant Radiotherapy in Breast Cancer: Comparison Between 99mTc and HDR192Ir.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

 Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.