Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos

Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos

Autores: Flavio Belmont Del Nero; Cristiane Regina Ruiz; Roberto Aliaga Junior.

Objetivo: Verificar a prevalência do músculo sóleo acessório em humanos e em relação ao gênero. Métodos: Foram observadas 154 imagens de ressonância magnética do tornozelo em cortes sagitais, coronais e axiais ponderadas em T1. Resultados: Observamos a incidência de 11,6% do músculo sóleo acessório em humanos – 7,8% em indivíduos do gênero masculino e 15,6% em indivíduos do gênero feminino. Conclusão: O músculo sóleo acessório teve incidência de 11,6% nas amostras estudadas e sua presença foi maior em indivíduos do gênero feminino.

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DEL NERO, Flavio Belmont; RUIZ, Cristiane Regina; ALIAGA JUNIOR, Roberto. Estudo da Presença do Músculo Sóleo Acessório em Humanos. Einstein, v. 10, n. 1, p. 79-81, jan./ mar. 2012.
(Tamanho: 310 KB)

In English: The Presence of Accessory Soleous Muscle in Humans.

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Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro

Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria - Passado, Presente e Futuro

Autor: Michael John Brammer.

O primeiro exame de imagem por ressonância magnética (IRM) do corpo humano foi realizado há 35 anos e a ressonância magnética funcional (IMRf) apareceu como ferramenta experimental de imageamento há 20 anos. Quando meus colegas e eu começamos a usar essas duas técnicas, em 1994, no Instituto de Psiquiatria, em Londres, parecia que a IRM estava no limite, mudando radicalmente nossa visão da doença mental, ao nos permitir definir como distúrbios psiquiátricos o que chamamos, com frequência, de “correlatos neurais”. Apenas 10 anos depois, alguns de meus colegas, em um livro intitulado Neuroimagem em Psiquiatria, foram capazes de descrever centenas de artigos publicados que utilizaram a IRM para investigar uma grande variedade de transtornos psiquiátricos. Entretanto, só 6 anos mais tarde, Bullmore et al. alertaram que a Psiquiatria não podia se dar ao luxo de ser “neurofóbica”, e que as abordagens neurocientíficas, como aquelas que usavam a IRM, desempenhavam um papel valioso no desenvolvimento dessa área da medicina. Em torno de 2009, milhares de artigos já tinham aparecido em revistas psiquiátricas de alto impacto, como British Journal of Psychiatry, American Journal of Psychiatry, Archives of General Psychiatry, Molecular Psychiatry e Biological Psychiatry, assim como na Nature e na Science. Mas, claramente, muitos profissionais da comunidade psiquiátrica ainda precisavam se convencer de que a IRM se provava (ou provaria) ser uma ferramenta útil de relevância clínica.

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BRAMMER, Michael John. Imagem por Ressonância Magnética e Psiquiatria: Passado, Presente e Futuro. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 13-14, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 136 KB)

In English: Magnetic Resonance Imaging and Psychiatry: Past, Present and Future.

 

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Avanços na Avaliação e Tratamento do Acidente Vascular Cerebral

Avanços na Avaliação e Tratamento do Acidente Vascular Cerebral

Autores: Flavio Augusto de Carvalho; Gisele Sampaio Silva.

A neurologia vascular é uma das áreas mais envolventes e um dos maiores desafios para o neurologista, e tem chamado constantemente a atenção. Desde pequenos estudos revolucionários até grandes ensaios randomizados, a necessidade de novas respostas no tratamento do acidente vascular cerebral tem trazido inúmeros avanços, problemas e soluções conforme novos estudos clínicos são publicados.

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CARVALHO, Flavio Augusto de; SILVA, Gisele Sampaio. Avanços na Avaliação e Tratamento do Acidente Vascular Cerebral. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 255-257, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 180 KB)

In English: Advances in Stroke Evaluation and Treatment.

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Ultrassonografia Transcraniana na Doença de Parkinson

Ultrassonografia Transcraniana na Doença de ParkinsonAutores: Edson Bor-Seng-Shu; José Luiz Pedroso; Daniel Ciampi de Andrade; Orlando Graziani Povoas Barsottini; Luiz Augusto Franco de Andrade; Egberto Reis Barbosa; Manoel Jacobsen Teixeira.

A ultrassonografia transcraniana tem se tornado ferramenta útil no diagnóstico diferencial das síndromes parkinsonianas. Trata-se de um método não invasivo e de baixo custo. O principal achado da ultrassonografia transcraniana em pacientes com doença de Parkinson idiopática é o aumento da ecogenicidade, ou hiperecogenicidade, na região da substância negra mesencefálica, presente em mais de 90% dos casos, o que reflete disfunção da via dopaminérgica nigroestriatal. O presente trabalho abordou como a hiperecogenicidade da substância negra pode auxiliar no diagnóstico diferencial das síndromes parkinsonianas.

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BOR-SENG-SHU, Edson. et. al. Ultrassonografia Transcraniana na Doença de Parkinson. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 242-246, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 356 KB)

In English:  Transcranial Sonography in Parkinson’s Disease.

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RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa

RMf de Linguagem na Doença de Parkinson - Levodopa versus Não Levodopa

Autores: Paula Ricci Arantes; Heloise Helena Gobato; Bárbara Bordegatto Davoglio; Maria Ângela Maramaldo Barreiros; André Carvalho Felício; Orlando Graziani Povoas Barsottini; Luiz Augusto Franco de Andrade; Edson Amaro Junior.

Objetivo: Identificar o efeito da levodopa nas áreas de linguagem em pacientes com doença de Parkinson. Métodos: Foram avaliados 50 pacientes com doença de Parkinson leve a moderada e pareados, por gênero e idade, a 47 voluntários saudáveis. Foram selecionados dois grupos homogêneos de 18 pacientes que usavam e 7 que não usavam levodopa. O exame de ressonância magnética funcional, com tarefa de fluência verbal por geração de palavras de maiores e menores demandas cognitivas, foi realizado em equipamento de 3T. Os dados foram analisados pelo programa XBAM para os mapas de grupo e as comparações ANOVA. Resultados: Os pacientes sem utilização de levodopa tiveram maior ativação nas áreas frontais mediais e esquerdas e áreas parieto-occipitais que com levodopa. A ativação estriatal nos pacientes em uso de levodopa foi similar à detectada no grupo de voluntários saudáveis.  Conclusão: Pacientes com doença de Parkinson, sem utilização de levodopa durante o esforço da fluência verbal, tiveram ativação mais difusa e intensa, principalmente no hemisfério esquerdo, em áreas frontais e parieto-occipitais. A atividade cerebral estriatal na fluência verbal de pacientes em uso de levodopa foi semelhante a dos voluntários saudáveis. Essas evidências iniciais sugerem um papel inibidor da levodopa na ativação compensatória de áreas parieto-occipitais.

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ARANTES, Paula Ricci; et. al. RMf de Linguagem na Doença de Parkinson: Levodopa versus Não Levodopa. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 171-179, abr./ jun. 2012
(Tamanho: 631 KB)

In English: Levodopa versus Non-Levodopa Brain Language fMRI in Parkinson’s Disease.

 

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Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética

Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética

Autores: Maryana de Carvalho Alegro; Edson Amaro Junior; Rosei de Deus Lopes.

Objetivo: Propor um sistema para segmentação automática de tumores do encéfalo. Métodos: O sistema emprega parâmetros de textura como sua principal fonte de informação para a segmentação. Resultados: Os acertos chegaram a 94% na correspondência entre a segmentação obtida e o padrão-ouro. Conclusão: Os resultados obtidos mostram que o sistema é capaz de localizar e delimitar as áreas de tumor sem necessidade de interação com o operador.

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ALEGRO, Maryana de Carvalho; AMARO JUNIOR, Edson; LOPES, Rosei de Deus. Segmentação Computadorizada de Tumores do Encéfalo em Imagens de Ressonância Magnética. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 158-163, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 446 KB)

In English: Computerized Brain Tumor Segmentation in Magnetic Resonance Imaging.

 

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Ferramentas para Fusão de Imagens dos Métodos de Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Ressonância Magnética Funcional para Aplicação Pré-Neurocirúrgica

Ferramentas para Fusão de Imagens dos Métodos de Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Ressonância Magnética Funcional para Aplicação Pré-Neurocirúrgica

Autores: Liana Guerra Sanches da Rocha; Edson Amaro Junior.

Objetivo: Avaliar ferramentas de fusão de imagens geradas por tomografia, ressonância magnética estrutural e funcional. Métodos: Foram realizados exames de ressonância magnética e ressonância magnética funcional com paradigmas motor e somatossensitivo em aparelho de 3.0 Tesla em voluntário com tomografia de crânio prévia. Os dados de imagem foram analisados por diferentes programas e os resultados, comparados. Resultados: Determinamos um fluxograma de processos computacionais que permitiram mensurar a congruência espacial entre as modalidades. Não foi encontrada ferramenta computacional que, isoladamente, permitisse todo o conjunto de funcionalidades necessárias para atingir o objetivo. Conclusão: O processo de fusão das três modalidades mostrou-se viável com a utilização de quatro softwares de acesso gratuito (OsiriX, Register, MRIcro e FSL) e pode servir de base para a construção de um software próprio para uso como ferramenta virtual pré-neurocirúrgica.

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ROCHA; Liana Guerra Sanches da; AMARO JUNIOR, Edson. Ferramentas para Fusão de Imagens dos Métodos de Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Ressonância Magnética Funcional para Aplicação Pré-Neurocirúrgica. Einstein, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 151-157, abr./ jun. 2012.
(Tamanho: 919 KB)

In English: Seeking Tools for Image Fusion between Computed Tomography, Structural and Functional Magnetic Resonance Methods for Applications in Neurosurgery.

 

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