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O Programa Brasileiro de Educação em Radiologia Pediátrica (RADPED)

O Programa Brasileiro de Educação em Radiologia Pediátrica (RADPED)

Autores: Alexandra Maria Monteiro Grisolia; Silvio Cavalcanti; Alair Augusto Sarmet Moreira Damas dos Santos; Telma Sakuno; Tereza Filgueiras.

O Programa Brasileiro de Educação em Radiologia Pediátrica tem por objetivo a criação de uma rede globalizada para a capacitação e atualização médica nesta subespecialidade. Desde sua criação, todos os estados brasileiros e nove (9) instituições internacionais já participaram das telesessões mensais. Pretende-se, a médio prazo, ampliar esta rede para a teleconsultoria e o telediagnóstico com o objetivo de qualificar o atendimento à população, sobretudo em áreas remotas.

Para baixar o artigo completo acesse:

MONTEIRO, Alexandra; et. al. O Programa Brasileiro de Educação em Radiologia Pediátrica (RADPED). Revista HUPE, Rio de Janeiro, v. 11, supl. 1, p. 31-33, 2012.
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Avaliação da Profundidade do Espaço Subaracnoideo com o Uso do Ultrassom

Avaliação da Profundidade do Espaço Subaracnoideo com o Uso do Ultrassom

Autores: Alexandre Gnaho; Vinh Nguyen; Thierry Villevielle; Melina Frota; Emmanuel Marret; Marc Emmanuel Gentili.

Justificativa e objetivos: Avaliar a fidelidade da ecografia para prever a profundidade dos espaços intratecais lombares e epidurais, a fim de limitar o número de tentativas de punção. Método: 31 pacientes (25 homens e seis mulheres), ASA I ou II participaram deste estudo. A imagem devolvida pelo ultrassom da espinha lombar foi executada no interespaço vertebral L3-L4 em plano transversal. Em seguida, um anestesista não previamente informado executou a anestesia espinal através do ponto previsto como alvo. A distância entre a pele e a parte anterior do flavum ligamentum que é supostamente o limite inferior da profundidade intratecal, ou uma aproximação da profundidade do espaço epidural (ED-US), foi medida por ultrassom sendo comparada com a distância entre a pele e a parte anterior do espaço do flavum ligamentum na agulha (ED-N). Resultados: Os ED-US e os ED-N foram, respectivamente, de 5,15 ± 0,95 cm e de 5,14 ± 0.97 cm; essas distâncias não eram significativamente diferentes (p > 0,0001). A correlação significativa r = 0,982 [CI 95% 0,963-0,992, p > 0,0001] foi observada entre as medidas de ED-US e de ED-N. A análise Bland-Altman mostra uma precisão de 0,18 cm, com limites tolerados de -0,14 cm a -0,58 cm. Conclusões: Este estudo corrobora a utilidade da ultrassonografia em plano transversal que permite identificar as estruturas anatômicas axiais, podendo fornecer aos médicos informações eficientes para a execução da anestesia espinal.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

GNAHO, Alexandre; et. al. Avaliação da Profundidade do Espaço Subaracnoideo com o Uso do Ultrassom. Revista Brasileira de Anestesiologia, Rio de Janeiro, v. 62, n. 4, p. 520-530, jul./ ago. 2012.
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A Atual Situação da Braquiterapia de Alta Taxa de Dose em Colo do Útero Realizada no Brasil

A Atual Situação da Braquiterapia de Alta Taxa de Dose em Colo do Útero Realizada no Brasil

Autores: Rogério Matias Vidal da Silva; Juliana Castro Dourado Pinezi; Luiz Eduardo Andrade Macedo; Divanízia do Nascimento Souza.

Objetivo: Avaliar a situação atual da braquiterapia de alta taxa dose (BATD) realizada no Brasil para neoplasias do colo uterino, no que diz respeito aos aparelhos, métodos de planejamento, prescrições, fracionamentos e avaliações de dose nos órgãos de risco. Materiais e Métodos: Foi elaborado um questionário contendo questões de múltipla escolha, o qual, entre os meses de março de 2012 e maio de 2013, foi enviado a 89 instituições hospitalares de todo o Brasil que possuem equipamento de BATD. Resultados: Sessenta e um serviços responderam o questionário. Todas as regiões do País experimentaram aumento acentuado no número de serviços que oferecem BATD entre os anos de 2001 e 2013. Quanto aos planejamentos, apesar de 91% dos centros afirmarem que possuem softwares capazes de suportar planejamento tridimensional, o aparelho de raios X convencional foi apontado por 92% dos entrevistados como ferramenta de aquisição de imagens na rotina. Aproximadamente 35% dos entrevistados afirmaram que as sessões de braquiterapia são realizadas após a teleterapia. O esquema de quatro inserções de 7 Gy foi apontado como o mais praticado. Conclusão: Neste estudo percebeu-se que há dificuldade dos profissionais ao acesso às ferramentas de aquisição de imagens adjuvantes aos planejamentos tridimensionais, como tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Rogério Matias Vidal da; et. al. A Atual Situação da Braquiterapia de Alta Taxa de Dose em Colo do Útero Realizada no Brasil. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 47, n. 3, p. 159-164, maio/ jun. 2014.
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In English: Current Situation of High-Dose-Rate Brachytherapy for Cervical Cancer in Brazil.

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