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Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Autora: Diana Isabel Alves e Costa Oliveira.

Introdução: A relevância da osteoporose masculina tem aumentado com o envelhecimento populacional e é sublinhada pela maior mortalidade pós-fractura encontrada nos homens. Foram identificados factores de risco clínicos que podem causar osteoporose secundária. A densitometria óssea é o procedimento diagnóstico de escolha para osteoporose e existem recomendações para a sua utilização. Objectivo: Caracterizar os homens com idade superior a 19 anos que foram submetidos a uma avaliação por densitometria óssea no período de 1 de Janeiro de 2009 a 31 de Outubro de 2010 no Centro Hospitalar do Porto. Metodologia: Consulta da listagem de exames efectivados no Serviço de Medicina Nuclear e selecção dos homens que realizaram pelo menos uma densitometria óssea no período seleccionado. Colheita de dados referentes a esses homens a partir da aplicação informática Serviço de Apoio ao Médico. Análise estatística descritiva no programa SPSS Versão 13.0. Resultados: A amostra obtida era constituída por 351 homens; 16,8% tinham entre 20 e 34 anos, 29,9% entre 35 e 49 anos, 41,0% entre 50 e 69 anos e 12,3% tinham 70 anos ou mais. Os motivos para realização de densitometria mais frequentes foram transplante de órgão (23,6%), doença renal e hepática crónica (14,5%) e corticoterapia prolongada (14,2%). O intervalo aproximado entre as duas últimas densitometrias foi de menos de seis meses em 3,2% dos doentes, um ano em 42,4%, dois anos em 36,0%. Dos homens que realizaram densitometria por fazerem corticoterapia prolongada, 64,0% fizeram apenas uma avaliação. Conclusões: A maioria dos doentes sob corticoterapia prolongada que realizou uma densitometria não foi seguida com avaliações subsequentes, ao contrário do que é recomendado na literatura. A existência provável ou confirmada de fractura foi um motivo para avaliação densitométrica registado muito poucas vezes, o que reflecte atenção à prevenção da osteoporose masculina. Parece existir um excesso de requisição de densitometrias.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

OLIVEIRA, Diana Isabel Alves e Costa. Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto. Porto, 2011.Dissertação (Mestrado Integrado em Medicina) – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, 2011.
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Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Autores: Ana Carolina Veiga Silva; Maria Inês da Rosa; Bruna Fernandes; Suéli Lumertz Souza; Rafaela Maria Diniz; Maria Eduarda Fernandes dos Reis Damiani.

O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de osteopenia e osteoporose em uma população de mulheres que fizeram exames de densitometria em uma clínica especializada no sul do Brasil. Nós conduzimos um estudo transversal, incluindo 1.871 mulheres que se submeteram à densitometria óssea entre janeiro e dezembro de 2012. Foi feita uma análise de regressão logística com todas as variáveis independentes e os desfechos (osteopenia, osteoporose e risco de fraturas). A densitometria óssea foi diagnosticada como normal em 36,5% das mulheres, 49,8% com osteopenia e 13,7% com osteoporose. Estar na menopausa e ter mais de 50 anos foram fatores de risco para osteopenia e osteoporose, enquanto ter feito histerectomia e apresentar índice de massa corporal (IMC) maior do que 25 foram fatores de proteção. Para o desfecho fratura em qualquer sítio, os fatores associados foram idade acima de 50 anos e osteopenia ou osteoporose, (OR = 2,09, intervalo de confiança [IC]: 1,28‐3, 95%, 40) e (OR = 2,49, 95% CI: 1,65‐3, 74), respectivamente.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Ana Carolina Veiga; et. al. Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea. Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, 2014.
(Tamanho: 555 KB)

In English: Factors Associated with Osteopenia and Osteoporosis in Women Undergoing Bone Mineral Density Test.

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Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Autoras: Ozielvia de Azevedo Pinheiro; Raquel Miguel Rodrigues.

A osteoporose é reconhecida como enfermidade limitante da qualidade de vida seus efeitos podem ser devastadores na saúde física e psicossocial, com grandes prejuízos financeiros. Apesar da existência de vários estudos sobre a prevalência da osteoporose, existem variações das taxas de ocorrência devido às diferenças características de cada população estudada, bem como, às características metodológicas. Identificar as características demográficas, especialmente idade e origem étnica a partir dos resultados dos exames de Densitometria Óssea. Trata-se de um estudo observacional com corte transversal, retrospectivo, através de análise documental com revisão dos prontuários com os resultados dos exames de Densitometria Óssea referente ao período de Julho de 2006 à Dezembro de 2007 dos pacientes do gênero feminino com a faixa etária entre 50 a 90 anos ou mais onde preconizou a raça e a faixa etária para os fatores associados à fratura de fêmur. Após a análise de 926 prontuários, pode-se observar a ocorrência de 15% de osteoporose, 46% de osteopenia e 39% normal. Na faixa etária de 70-80 anos da raça branca, centrou-se a maioria dos casos de osteoporose. As características demográficas encontradas corroboram com os achados da literatura recente. A maioria da população na faixa etária mais jovem selecionada está sujeita a uma perda de massa óssea inicial que é a osteopenia, isso nos serve como uma sinalização para uma proposta de prevenção mais direcionada a fatores determinantes da doença como hábito de vida, isso contribuiria para prevenir a perda de massa óssea precoce.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

PINHEIRO, Ozielvia de Azevedo; RODRIGUES, Raquel Miguel. Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea. Perspectivas Online, Campos dos Goytacazes, v. 4, n. 13, p. 194-203, 2010.
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