Estudo da Prevalência da Osteoporose em Mulheres na Baixada Santista

Estudo da Prevalência da Osteoporose em Mulheres na Baixada Santista

Autores: Fabiana Minamitani; Mariano José Lucero.

A osteoporose é uma doença óssea metabólica caracterizada pela menor formação osteoblástica de matriz, conjugada com a maior reabsorção osteoclástica do osso, que resulta redução de massa óssea. A etiologia da osteoporose é bastante variada e, consequentemente, o mesmo ocorre com a sua manifestação. As possíveis causas estão divididas em duas categorias: congênitas e adquiridas. A manifestação da osteoporose poderá ser generalizada, comprometendo todo o sistema esquelético, ou localizada, quando compromete um único osso ou região. O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado e indispensável para o diagnóstico desta doença. Neste trabalho foram coletados dados de prontuários de exames de densitometria óssea de mulheres entre 45 a 65 anos, realizados na Clínica Mult Imagem da cidade de Santos – SP. A finalidade deste trabalho foi analisar a prevalência da osteoporose e o risco de fraturas em mulheres entre 45 e 65 anos da Baixada Santista, mostrando a importância da realização do exame de densitometria óssea como método indispensável para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da osteoporose; os dados obtidos foram relacionados ao consumo de leite e seus derivados, prática de atividade física e alterações hormonais, para demonstração da prevalência da osteoporose em pacientes que estão nestes grupos de fatores predisponentes para o desenvolvimento da doença. Foi encontrada uma baixa prevalência de osteoporose dentre as pacientes analisadas. Entre as pacientes que possuíam osteoporose, concluiu-se que, possivelmente, o maior fator de risco predisponente que estas pacientes apresentavam era a menopausa já que todas estavam dentro deste grupo. Destacamos ainda que o baixo consumo de leite e seus derivados e a ausência de prática de atividades físicas não tiveram muita influência sob o desenvolvimento da doença. Foi possível concluir também que a densitometria óssea é um exame indispensável para diagnóstico e acompanhamento do paciente com osteoporose, já que se comparado ao exame de radiografia convencional ele é muito mais sensível e específico.

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MINAMITANI, Fabiana; LUCERO, Mariano José. Estudo da Prevalência da Osteoporose em Mulheres na Baixada Santista. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa, Santos, v. 12, n. 28, p. 58-72, jul./ set. 2015.
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Osteoporose: Um Problema de Saúde Pública

Osteoporose - Um Problema de Saúde PúblicaAutora: Simone Aparecida Fernandes de Andrade.

A osteoporose é uma doença osteometabólica decorrente da diminuição da massa óssea, acomete ambos os sexos, principalmente as mulheres após a menoupausa, pela queda do hormônio feminino, o estrógeno. A osteoporose apresenta alta taxa de morbidade e mortalidade devido as fraturas que ocorrem por causa da fragilidade do osso e por isso que é considerada um grave problema de saúde pública.

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ANDRADE, Simone Aparecida Fernandes de. Osteoporose: Um Problema de Saúde Pública. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa, Santos, v. 12, n. 28, p. 21-24, jul./ set. 2015.
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Avaliação da Reprodutibilidade dos Dados de um Equipamento de Densitometria Óssea Através do Coeficiente de Variação e sua Contribuição na Qualidade e Segurança

Avaliação da Reprodutibilidade dos Dados de um Equipamento de Densitometria Óssea

Autor: P. M. Gonçalves.

A densitometria óssea é empregada para determinar qualidade mineral óssea, através de um equipamento que faz a leitura da densidade desta estrutura. Esta técnica apresentou um desenvolvimento bastante relevante, principalmente, nos últimos trinta anos e vem se destacando na prevenção e controle da osteoporose. De forma a garantir a qualidade do procedimento bem como sua precisão e acuraria alguns cuidados são fundamentais: 1 – O conhecimento do equipamento por parte do operador incluído suas peculiaridades e variações, uma vez que os riscos de erros de diagnóstico são aumentados quando realizamos procedimentos em equipamentos descalibrados; 2 – Monitoração e controle dos artefatos na imagem; 3 – Padronização e controle no modo de condução operacional na realização do exame, como em sua análise; 4 – Controle de qualidade e realização de manutenções preventivas. A verificação de anomalias em um, ou mais, dos itens listados acima são os mais fortes preditores de comprometimento ao resultado final como no aumento na dose impingida ao paciente e técnico. Para tanto, considerando as variabilidades imprevisíveis na anatomia humana, além das dificuldades inerentes a prática da rotina no que se refere ao posicionamento do paciente e condução do exame. A determinação do coeficiente de variação do equipamento é uma ação que nos permite determinar e quantificar a qualidade do exame.

Para visualizar e baixar o trabalho completo acesse:

GONÇALVES, P. M. Avaliação da Reprodutibilidade dos Dados de um Equipamento de Densitometria Óssea Através do Coeficiente de Variação e sua Contribuição na Qualidade e Segurança. In: LATIN AMERICAN IRPA REGIONAL CONGRESS ON RADIATION PROTECTION AND SAFETY, 9., 2013. Rio de Janeiro. Anais eletrônicos… Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica, 2013.
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Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Autores: Rodrigo Rezende; Igor Machado Cardoso; Rayana Bomfim Leonel; Larissa Grobério Lopes Perim; Tarcísio Guimarães Silva Oliveira; Charbel Jacob Júnior; José Lucas Batista Júnior; Rafael Burgomeister Lourenço.

Objetivo: avaliar a densidade mineral óssea em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica. Métodos: estudo prospectivo, descritivo, em que se avaliaram, além da densitometria óssea, dados antropométricos. Como critério de inclusão, adotamos pacientes com paralisia cerebral tetraespástica, cadeirantes, entre 10 e 20 anos e com escoliose neuromuscular. Resultados: avaliamos 31 pacientes, 20 do sexo feminino, cuja média de idade foi de 14,2 anos. A média da circunferência bicipital, da panturrilha e do IMC foi de 19,4 cm, 18,6 cm e 16,9 Kg/m2, respectivamente. O desvio padrão médio encontrado na densitometria óssea foi de –3,2 (z‐score), o que caracteriza osteoporose. Conclusão: existe elevada incidência de osteoporose em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica.

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REZENDE, Rodrigo; et. al. Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 1, p. 68-71, jan./ fev. 2015.
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Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Autores: Gustavo Chab Pistelli; Vanessa Abreu Sanches MarquesLilian Cristina Vessoni IwakiMariliani Chicarelli da Silva; Neli Pieralissi; Elen de Souza Tolentino.

Considerada como a epidemia silenciosa do século pela Organização Mundial de Saúde, a osteoporose afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A perda de osso ocorre progressivamente e muitas vezes sem sintomas, até que uma fratura ocorra pela primeira vez. A densitometria é hoje o exame de referência para o diagnóstico da osteoporose. A osteoporose também pode apresentar manifestações na cavidade oral e, baseando-se nesses achados, alguns estudos têm procurado demonstrar que a radiografia panorâmica pode auxiliar no diagnóstico da osteoporose. Este trabalho tem como objetivo discutir a utilização da radiografia panorâmica no diagnóstico precoce da osteoporose por meio de revisão de literatura.

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PISTELLI, Gustavo Chab; et. al. Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, v. 26, n. 1, p. 71-80, jan./ abr. 2014.
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Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Autora: Diana Isabel Alves e Costa Oliveira.

Introdução: A relevância da osteoporose masculina tem aumentado com o envelhecimento populacional e é sublinhada pela maior mortalidade pós-fractura encontrada nos homens. Foram identificados factores de risco clínicos que podem causar osteoporose secundária. A densitometria óssea é o procedimento diagnóstico de escolha para osteoporose e existem recomendações para a sua utilização. Objectivo: Caracterizar os homens com idade superior a 19 anos que foram submetidos a uma avaliação por densitometria óssea no período de 1 de Janeiro de 2009 a 31 de Outubro de 2010 no Centro Hospitalar do Porto. Metodologia: Consulta da listagem de exames efectivados no Serviço de Medicina Nuclear e selecção dos homens que realizaram pelo menos uma densitometria óssea no período seleccionado. Colheita de dados referentes a esses homens a partir da aplicação informática Serviço de Apoio ao Médico. Análise estatística descritiva no programa SPSS Versão 13.0. Resultados: A amostra obtida era constituída por 351 homens; 16,8% tinham entre 20 e 34 anos, 29,9% entre 35 e 49 anos, 41,0% entre 50 e 69 anos e 12,3% tinham 70 anos ou mais. Os motivos para realização de densitometria mais frequentes foram transplante de órgão (23,6%), doença renal e hepática crónica (14,5%) e corticoterapia prolongada (14,2%). O intervalo aproximado entre as duas últimas densitometrias foi de menos de seis meses em 3,2% dos doentes, um ano em 42,4%, dois anos em 36,0%. Dos homens que realizaram densitometria por fazerem corticoterapia prolongada, 64,0% fizeram apenas uma avaliação. Conclusões: A maioria dos doentes sob corticoterapia prolongada que realizou uma densitometria não foi seguida com avaliações subsequentes, ao contrário do que é recomendado na literatura. A existência provável ou confirmada de fractura foi um motivo para avaliação densitométrica registado muito poucas vezes, o que reflecte atenção à prevenção da osteoporose masculina. Parece existir um excesso de requisição de densitometrias.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

OLIVEIRA, Diana Isabel Alves e Costa. Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto. Porto, 2011.Dissertação (Mestrado Integrado em Medicina) – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, 2011.
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Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Autores: Ana Carolina Veiga Silva; Maria Inês da Rosa; Bruna Fernandes; Suéli Lumertz Souza; Rafaela Maria Diniz; Maria Eduarda Fernandes dos Reis Damiani.

O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de osteopenia e osteoporose em uma população de mulheres que fizeram exames de densitometria em uma clínica especializada no sul do Brasil. Nós conduzimos um estudo transversal, incluindo 1.871 mulheres que se submeteram à densitometria óssea entre janeiro e dezembro de 2012. Foi feita uma análise de regressão logística com todas as variáveis independentes e os desfechos (osteopenia, osteoporose e risco de fraturas). A densitometria óssea foi diagnosticada como normal em 36,5% das mulheres, 49,8% com osteopenia e 13,7% com osteoporose. Estar na menopausa e ter mais de 50 anos foram fatores de risco para osteopenia e osteoporose, enquanto ter feito histerectomia e apresentar índice de massa corporal (IMC) maior do que 25 foram fatores de proteção. Para o desfecho fratura em qualquer sítio, os fatores associados foram idade acima de 50 anos e osteopenia ou osteoporose, (OR = 2,09, intervalo de confiança [IC]: 1,28‐3, 95%, 40) e (OR = 2,49, 95% CI: 1,65‐3, 74), respectivamente.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Ana Carolina Veiga; et. al. Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea. Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, 2014.
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In English: Factors Associated with Osteopenia and Osteoporosis in Women Undergoing Bone Mineral Density Test.

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